sexta-feira, 25 de junho de 2010

As Ruínas da Civilização Amazônica



Este vídeo foi postado em fevereiro de 2010 porém, os geoglífos da região Amazônica têm sido documentados há pelo menos uma década, como pode-se constatar em vídeos mais antigos hospedados no YouTube.

Esotéricos e videntes não se espantariam com estas descobertas. Entre ocultistas há muito comenta-se a existência de reveladoras ruínas na região e que seriam muitíssimos mais antigas do estimam os arqueólogos que lá estão atualmente.

O clarividente norte-americano Edgar Evans Cayce [1877-1945], por exemplo, afirma que onde hoje localiza-se a Bacia Amazônica, há mais de 30 mil anos atrás, estabeleceu-se uma colônia Atlante denominada As crianças da Lei Um. Esse povo teria decaído em sua cultura até a completa extinção.


A História do Brasil estabelece que os nativos das terras de Pindorama eram povos que viviam uma cultura neolítica, ou seja, bastante primitiva, ao ponto de desconhecerem a artesanato dos metais. Eram caçadores e coletores. Isso, porém, não significa que a América do Sul tenha sido sempre e somente povoada por estes povos.

Evidências arqueológicas indicam que a região Amazônica, por exemplo, nem sempre foi o lar, apenas de rudes habitantes das florestas. Pesquisas de campo tecnologicamente auxiliadas por imagens de satélite têm revelado segredos insuspeitados.

Urbes ocultas sob o manto verde da natureza selvagem: sistemas de saneamento, obras monumentais de arquitetura. Os estudiosos orientaram-se pelos mapas gerados por satélites que mostravam alterações de relevo com o formato de colinas, montes regulares com altura média entre 25 e 30 metros.

As descobertas na região amazônica sugerem que a área foi, em momento longinqüo do passado, densamente povoada e socialmente organizada. Os cientistas já identificaram cerca de 600 quilômetros de canais e calçadas. Porém, os montes são particularmente impressionantes. Eles escondem pirâmides maiores que um prédio de seis andares e cuja base ocupa uma área maior que um campo de futebol.

O arqueólogo Umberto Lombardo, da Universidade de Berna um dos autores de recente estudo sobre o tema que será publicado [em agosto, 2010] no Journal of Archaeological Science, acha os monte incríveise junto com seus colegas acredita no pressuposto de que os construtores dessas estruturas urbanas eram culturalmente semelhantes aos indígenas do século XVI: neolíticos, desconhecendo a forja do metal, a roda, o uso de animais de carga. Por isso, esses pesquisadores acham as descobertas ainda mais incríveis. Teriam sido os mesmos povos? Meditemos...

Como sempre, os arqueólogos não sabem ao certo a função dessas pirâmides e especulam sobre rituais, templos religiosos, morada de castas superiores. Mais objetivamente, segundo Heiko Pruemers, cientista do Instituto Arqueológico Alemão, as estruturas estavam em uso contínuo entre os anos 500 e 1400 d.C.. Pruemers fez escavações em dois dos montes e encontrou peças de cerâmica [sempre cerâmica!], ossos de animais [sempre ossos de animias...] a até esqueletos humanos em locais que serviram como cemitérios.

FONTE: WATSON, Traci. Amazonian Indians More Advanced Than We Knew.
IN AOL news publicado em 25/06/2010
[http://www.aolnews.com/world/article/evidence-found-of-sophisticated-public-works-among-amazonian-indians/19531559]
trad. e adaptação: Ligia Cabus



AS PIRÂMIDES DA AMAZÔNIA & OUTRAS HISTÓRIAS




Neste video, ao estilo documentário, os mistérios de uma civilização perdida na região Amazônica são comentados em seus variados aspectos, mostrando imagens de três supostas pirâmides, falando das crenças tradicionais e de uma expedição secreta de alemães que, na época daSegunda Guerra Mundial, procuravam vestígios de Atlântida.


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