segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Kamicaze. A Maldição que Derrotou Kublai Khan no Japão



JAPÃO – ARQUEOLOGIA SUBMARINA. Cientistas da Ryukyus University, em Okinawa – Japão, anunciaram (em outubro de 2011) a descoberta de um navio naufragado na costa do país, há poucos metrod da costa de Nagazaki. Pesquisadores acreditam que o achado é uma das mais de mil naus de uma das frotas de conquistadores mongóis que chegaram muito perto da costa japonesa no século 13 (anos 1200).



Kublai Khan (1215-1294) foi o quinto Grande Khan do Império Mongol 1260-1294. Era neto de Genghis Kahn (1162-1227), o fundador-unificador da Mongólia e chege guerreiro militar expansionista.

Depois de retomar uma das primeiras campanhas de expansão territorial empreendidas por seu antepassado, consolidando a conquista da China, a ambiçao/cobiça do chefe mongol. Kublai Khan, extendeu-se ao Japão.

Na época, o poder militar dos mongóis era imenso e temido do extremo oriente ao leste europeu chegando às 'portas' da Europa ocidental. Se seus exércitos, sua cavalaria eram verdadeiros pesadelos, sua força naval era igualmente assustadora. Os mongóis, chamados de Flagelo de Deus eram temidos por sua perícia em combate e ferocidade contra os adversários mais resistentes.

Para encontrar os destroços, que estavam bem preservados a uma profundidade de pouco menos de um metro abaixo do leito do mar, os arqueólogos marinhos valeram-se da tecnologia de equipamentos emissores/leitores de ultra-som. Este é o primeiro navio naufragado, daquele período histórico, resgatado com o casco intacto.

A partir deste achado Os cientistas pretendem recriar/restaurar completamente essa nau da dinastia Yuan. O casco está praticamente intacto. A quilha mede quase 11 metros. O navio, sem dúvida destinado à guerra, tem mais de 18 metros de comprimento. Além da estrutura, mais de quatro mil artefatos, incluindo fragmentos de cerâmica, tijolos de lastro, balas de canhão e âncoras de pedra foram encontrados.




Kamicaze: Os Ventos Divinos que Salvaram o Japão

Kublai Khan fez duas tentativas de invasão ao território japonês. Ambas fracassadas senão, amaldiçoadas mesmo. Apesar de suas frotas imensas, da multidão de guerreiros, do poder das armas, ambas as investidas foram desastrosas para os mongóis. O caso ganhou aura de lenda e, de fato, o que aconteceu com os mongóis parece, mesmo, fruto de alguma força mágica.


A primeira tentativa de invasão aconteceu em 1274. Kublai Khan preparou uma frota de 900 navios. Chegando à baía de Hakata, os soldados fizeram incursões terrestres preliminares mas foram surpreendidos por uma tempestade violenta que logo transformou-se em um furacão que forçou a retirada dos mongóis antes que seus navios fossem destroçados pela fúria da natureza. Refugiaram-se na Coréia.

Em 1281, sete anos depois da primeira tentativa, os mongóis empreenderam uma segunda investida contra o Japão. Desta vez, refinando a estratégia, foram organizadas duas frotas separadas somando 900 e 3 mil e 500! navios respectivamente. Eram quase 150 mil guerreiros, entre mongóis mas, também, coreanos recrutados, preparados para o combate. No começo a campanha pareceu bem encaminhada: as ilhas de Iki e Tsushima foram tomadas.

Todavia, como uma especial maldição que recaísse sobre mongóis, aconteceu, uma coincidência, algo que, naquela época seria totalmente imprevisível. A formação de um tufão. A espiral de furiosos ventos atingiu a Estreito de Tukushima e, de uma só vez, destruiu 80% da frota do Khan. Os mongóis que não foram tragados pelas águas morreram massacrados por samurais.

Kublai Khan escapou mas não se conformou. Planejava um terceiro ataque, pouco antes de morrer, ao 78 anos de idade; apesar dos infortúnios passados e da idade avançada.

Para os japoneses os confrontos com o terrível invasor que, afinal, duas vezes, foi derrotado pela fúria da natureza, tranformaram-se em lenda. As tempestades e tufões que se abateram sobre os mongóis foram e são considerados intervenção sobrenatural, ventos divinos, forças destruidoras e protetoras da nação. Desde então, aos tufões que expulsaram os mongóis, os japoneses chamaram Os Kamicaze ou Ventos de Deus.


FONTE: LONGBOTTOM, Wil. Divers find 13th century wreck from Kublai Khan's Mongol invasion fleet that was destroyed by 'divine' typhoon
IN Daily Mail, publicado em 26/10/2011.
[http://www.dailymail.co.uk/news/article-2053656/Divers-13th-century-wreck-Kublai-Kahns-Mongol-invasion-fleet-destroyed-divine-typhoon.html]


MEGAFLORA HOJE: Gunnera manicata



UK – No Abbotsbury Subtropical Gardens, em Dorset - o exemplar de uma planta sul-americana chama a atenção. A Gunnera manicata ou Ruibardo Gigante possui folhas gigantescas que, em suas dimensões mais comuns, alcançam, no hemisfério norte, um máximo de 2,5 metros (dois metros e meio).

Este exemplar(da foto acima), porém, que 'vive' no Jardim há 30 anos, superou todas as expectativasdos botânicos ingleses para esta estação. Com de um diâmetro superior a três metros! Debaixo dela poderia abrigar-se uma família inteira. O curador do Abbotsbury ...Gardens, Stepen Griffth, acredita que uma alteração climática, (no caso) o verão significativamente mais úmido, deve ser a causa do crescimento exagerado.

Sobre a planta, Mr. Griffth esclareceu: Esta planta veio do Brasil. Ela vive em pântanos e possivelmente gosotu do chão molhado este ano. A porta-voz da Royal Horticultural Society descreveu folha Abbotsbury como 'uma espécie de monstro'. Na Inglaterra, os jardins subtropicais, começaram a ser cultivados em 1765.

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A Gunnera manicata, que os textos de botânica indicam como nativa do Brasil desenvolve-se, todavia, em uma grande extensão ao norte da Américado Sul, dos Andes até quelas áreas úmidas da floresta tropical, na chamada região Amazônica.

Nesse ambiente, que lhe o próprio e ideal suas folhas são naturalmente gigantescas. Alcançam normalmente os 3 ou mais metros de diâmetro, o que faz da Gunnera uma das maiores plantas perenes do mundo.

A Gunnera cresce rápido, são resistentes e são cultivadas mesmo nas regiões mais frias onde adaptam-se mantendo-se 'adormecidas' no inverno.

Apesar de ser considerada um tipo de Ruibardo, na Gunnera não é comestível À primeira vista, ela parece ser uma planta inofensiva mas na face inferior das folhas e tronco, possui minúsculos espinhos que podem surpreender desagravelmente os curiosos.


FONTE: It's a wonderful leaf! Huge Brazilian plant growing in Dorset has 11ft-wide leavesIN Daily Mail, publicado em 19/10/2011
[http://www.dailymail.co.uk/news/article-2050534/Gunnera-Manicata-Huge-Brazilian-
plant-growing-Dorset-11ft-wide-leaves.html]


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Guerra: Entre Ietis & Ursos


RÚSSIA Membros de uma expedição recém-concluída, cuja missão era rastrear Ietis ou 'o Abominável Homem das Neves' no Monte Shoria, local remoto da taiga siberiana, colheram significativas informações. Entre essas, descobriram que incêncios florestais ocorridos no último verão, extremamente quente, provocaram a migração dos Ietis para a região de Kuzbass. Ali,desde então, os Ietis têm travado um luta por território contra os ursos.

Na Rússia, a pesquisa sobre Ietis, misteriosas criaturas também chamadas Pé Grande ou Homem das Neves, existe a muitas décadas. Os pesquisadores almejam obter contato com um espécime mas, nada além de imagens desfocadas e alguns vestígios foram encontrados até recentemente (2011). O interesse e a busca pelos Ietis não se restringe à Rússia. Expedições têm sido empreendidas em diferentes países: na Mongólia, Azerbaijão, Tajiquistão, mas também no Canadá, EUA e Europa.

São comuns o registro de pegadas, semelhantes às humanas porém, muito maiores. Frequentemente também são colhidos tufos de pelagem ou, ainda mais interessante, encontram-se abrigos, moradas rudimentares de gigantescas dimensões abandonadas, no meio da floresta.

O diretor do International Center for Hominology, Igor Burtsev, assegura que há evidências da migração e do conflito atual entre Ietis e ursos. Sobre os abrigos ciclópicos, Burtsev relata:


Eles fazem estranhas construções piramidais usando galhos e troncos de árvores de diferentes tamanhos. Podem chegar a 4 metros de altura ou apenas 30 centímetros. Às vezes (os exploradores) encontram árvores enormes 'dobradas', torcidas, em forma de rodas. Um ser humano comum não poderia fazer isso e também não pode ser resultado da ação de um animal selvagem, como o urso. No início pensamos que (todas) essas estruturas fossem abrigos mas chegamos à conclusão que as 'rodas' (podem servir) com uma espécie de marco (topográfico) para eles.

Moradores da região afirmam terem visto os Ietis com seus próprios olhos. Além disso, muitos dizem que se comunicam telepaticamente com os gigantes e mantêm com eles uma relação amigável. Por exemplo, costumam deixar doces para os vizinhos da floresta. Alguns fazendeiros e camponeses acreditam que as criaturas são 'goblins' ou gênios da floresta.

Crenças populares dizem que esses seres são os Senhores da floresta. Todos os animais, mesmo os ursos, têm de submeter-se a eles. Os Ietis seriam dotados de um forte poder hipnótico. Por isso, eles não temem nenhum animal.

Os cientistas acreditam que as crenças do povo têm fundamento e, atualmente, há indícios que os Ietis da Sibéria estão disputando habitat/território com os ursos. Os Ietis estão se impondo, obviamente graças ao porte avantajado somado à uma inteligência rudimentar porém superior aos seus rivais.

Todavia, o confronto entre Ietis e ursos têm seus efeitos colaterais que podem incidir na população das vizinhanças. A escassez de alimento pode provocar a suspensão do período de hibernação dos ursos. 

Nesse caso, a tendência dos animais é buscar as aldeias como fonte de alimento. O caso é levado à sério. Para evitar possíveis ataques de feras esfomeadas, autoridades planejam organizar um programa de apoio à alimentação dos ursos.

FONTE: Russian yetis start a war with bears
IN Voice of Russia, publicado em 11/10/2011
[http://english.ruvr.ru/2010/10/11/25362914.html]

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