Uma figura alta e translúcida caminha em uma paisagem montanhosa. Seus membros têm proporções estranhas e parece ter dedos dos pés e mãos sindactilos, ou seja dotados de membranas entre os dedos.
(Ao ampliarem e tratarem digitalmente os contornos daquela silhueta, os peritos identificaram que a extremidade dos membros superiores não terminava em dedos finos e separados como os nossos, mas sim numa estrutura mais larga e unida — o que os levou a descrever como "o que pareciam ser dedos palmados").
A foto foi capturada em 06 de Maio de 2011, em um parque nas Montanhas Centrais de Taiwan. Chen Yong Qiang, funcionário do parque, obteve a imagem utilizando um iPhone 4, às margens do Lago Jia Ming, localizado a uma altitude de mais de três mil metros.
Chen fotografava casualmente paisagens montanhosas e não viu nada estranho na hora mas, quando conferiu as imagens mais adiante na trilha, ficou surpreso.
Essa foto foi considerada uma farsa mais de uma década. Céticos falaram sobre um crash de celular ou dupla exposição.
A Sociedade de Ufologia de Taiwan (TUFOS) passou mais de um ano realizando verificações forenses em cada pixel e não encontrou nenhuma evidência de manipulação ou truques digitais.
Depois, a foto foi enviada para uma instituição profissional, nos Estados Unidos, e, posteriormente, para o FBI. O veredito é o mesmo: materIal genuíno. A natureza do objeto não é explicada.
Um porta-voz do TUFOS disse que essa imagem continua sendo um dos maiores mistérios sobrenaturais não resolvidos da ilha (Ilha de Taiwan, antiga Ilha Formosa), com a aparência estranha da criatura diferente de qualquer humano comum (todavia, semelhante às descrições dos Lemurianos da metade do ciclo da Terceira Raça Humana, segundo a teósofa H.P.Blavatsky).
Recentemente, a foto voltou às manchetes após o FBI divulgar uma série de documentos históricos sobre OVNIs no início deste mês (maio, 2026).
A TUFOS publicou a foto pela primeira vez no final de 2012, provocando um acalorado debate entre crentes e céticos – mas o recente veredito dos EUA silenciou muitos críticos.
De acordo com os dados oficiais, a fotografia capturou uma entidade física legítima que desafia completamente a anatomia humana convencional.
FONTES
На Тайване сняли на фото странное существо: ФБР его изучили и признали подлинным
[Em Taiwan, uma criatura estranha foi fotografada: o FBI a estudou e a reconheceu como autêntica]. May 18, 2026
Em um livro que não lembro mais o nome, um livro sobre fenômenos inexplicados registrados mundo afora, um dia, eu li sobre um estranho caso. Vou contar aqui conforme recordo dos fatos ali relatados.
Era uma vez um tal de Mr, Scholtz. Mr. Sholtz era operário de uma fábrica têxtil. Quando aquilo aconteceu, ele tinha cerca de 50 anos. Naquela fábrica, trabalhara a vida toda. Qualquer um diria, e diziam, que Mr. Sholtz tinha uma vida muito chata.
Solteiro, ele morava em uma pequena casa vizinha à fábrica. A rotina não o incomodava. Todas as tardes, ele tinha uma hora de folga.
Nessas ocasiões, Mr Sholtz dirigia-se para casa, comia um sanduíche, bebia uma caneca de café na cozinha e então, religiosamente, dirigia-se a um modesto escritório, pegava um velho livro em uma estante pequena, sentava-se em sua confortável poltrona, móvel de qualidade, um dos poucos luxos que tinha e... abria o livro.
Mr Sholtz tinha uma empregada doméstica de meio período que fazia o serviço da casa duas vezes por semana e, a ela, Mr Sholtz havia recomendado um único cuidado:
- Sra., jamais, jamais! Toque naquela poltrona, jamais mude, um milímetro sequer minha poltrona de lugar, nem limpando nem não limpando. Não mova nunca essa poltrona, é melhor nem tocá-la e nunca, nunca abra a porta desse escritório quando eu estiver aqui, nunca, em nenhuma hipótese entre aqui enquanto eu aqui estiver.
O que ninguém suspeitava é que havia algo paranormal naquele hábito de leitura cultivado durante décadas. Na mesma poltrona, o mesmo livro.
Em seus cerca de 45 minutos de descanso naquele escritório, Sholtz, ao abrir o livro, em virtude de fenômeno que ele jamais pôde compreender, não lia: ele transcendia a realidade, o mundo, a dimensão física, a limitação do tempo.
O homem desaparecia fisicamente, sugado pelo livro em carne, ossos e sangue. Para onde ía Mr Scholtz? Ninguém sabe.
Mas, ele voltava, rigorosamente, um minuto antes da sirene de chamada da fábrica tocar. Ele retornava, regurgitado pelo livro, em sua inteireza, sentado em sua poltrona. Levantava, pegava o livro caído no chão, fechava e recolocava o volume no mesmo lugar.
Certa tarde, a sirene tocou mas, Sholtz não apareceu no galpão da fábrica. Demoraram um tanto a notar sua ausência mas, como não aparecesse, seus colegas finalmente perceberam e começaram a procurar. Por toda parte, chamaram seu nome. Em vão. Ninguém o tinha visto depois do intervalo.
Alguém lembrou que ele morava ao lado e para lá foram alguns colegas preocupados. Na porta da casa, foram recebidos pela empregada.
- Mr Sholtz? Está no escritório, eu acho... disse a mulher com um tom de voz hesitante, olhos baixos, mãos inquietas segurando o avental.
Ela mostrou a porta fechada. Sem hesitar, o supervisor de produção que ali estava, colocou a mão na maçaneta, girou e entrou no aposento. Não havia ninguém. A poltrona vazia, o estranho e velho livro caído, aberto, no chão, mostrava a ilustração de um lugar paradisíaco.
A empregada, temerosa, mas, sem conter a curiosidade, colocou a cabeça na entrada do escritório e, vendo o cenário, soltou um grito rouco.
- Meu Deus!
- Que foi mulher. Ela balbuciava palavras, visivelmente assustada.
- Fala, mulher! É um escritório, é só um escritório. Onde está Scholtz?
Finalmente, com lágrimas silenciosas deslizando na face, ela disse:
- Eu... eu mexi...
- Mexeu o quê, mulher?
- Eu... eu mexi a poltrona, foi só um esbarrão, eu juro, coloquei no lugar, eu acho, eu mexi a poltrona!
Mr. Scholtz nunca mais foi visto, Foram feitas diligentes investigações policiais, durante dias, publicadas reportagens em jornais, fotografias foram coladas nos postes da cidade... Tudo inútil.
Passaram-se os anos, o incidente caiu no esquecimento. Não houve qualquer notícia. Os móveis foram leiloados, os livros, doados, a casa, vendida e demolida.
Mas, o quê poderia explicar esse fenômeno tão estranho? Aqui recorremos à idéia de portais dimensionais. Mesmo sem conhecer o conceito, Mr. Sholtz, pode ter encontrado um deles.
Naquele lugar inesperado, naquele escritório modesto, havia uma pequena e bem definida área anômala de transcendência.
A leitura o colocava em um estado mental propício e assim, todos dias, naquela mesma hora, no mesmo local, Sholtz era transportado para um lugar e uma situação muito distante da monotonia dos seus dias sempre iguais, distante das atividades repetitivas da fábrica.
Desse modo, pela convergência de fatores metafísicos, o extraordinário acontecia e a única certeza que Sholtz possuía, talvez por algum incidente fortuito, sim, ele sabia: aquela poltrona jamais poderia ter sua exata localização alterada sob pena de fechar para sempre a porta que lhe permitia acessar um outro mundo, uma outra vida e talvez, um outro Sholtz, mais feliz do que ele jamais poderia ser na realidade dos seus dias na Terra.
Os Lemurianos em sua sexta sub-raça, construíram com pedras e lava suas primeiras cidades rochosas. ...Os restos mais antigos das construções ciclópicas foram todos obras das últimas subraças lemurianas (ANTROPOGÊNESE, p 355)
IMAGEM ACIMA: O Yonaguni Monument, uma pirâmide zigurate e outras estruturas submarinas no mar que banha a ilha de Yonaguni-Jima - no Japão, são um mistério e uma controvérsia.
Alguns estudiosos acreditam que as ruínas podem ser atlantes; outros, recuando mais ainda no tempo, identificam-nas com o continente perdido da Lemúria e sua enigmática Humanidade, os Lemurianos ou, segundo os teósofos, a 3ª Raça Humana.
Para os acadêmicos tradicionais, a questão sobre tais ruínas resume-se a duas hípoteses: ou são obra obra do engenho humano comum, de uma história remota ou são meras formações naturais que podem ou não ter sido utilizadas como instalalações utilitárias.
Os ocultistas da teosofia têm uma visão diferente: boa parte desse tipo de ruínas teriam sido edificadas pelos lemurianos, os homens da terceira Raça Humana cujo porte físico gigantesco, tornava fácil trabalhar enormes formações rochosas e massas de lava vulcânica para construir suas moradas, templos e espaços públicos.
Lemúria e Atlântida são dois mistérios geo-histórico-antropológicos. Jamais a ciência oficial encontrou uma evidência inquestionável da existência desses dois continentes porém, a tradição de muitas culturas (maias, egípcios, polinésios etc.) se repete em referências a uma fantástica civilização que existiu muito antes dos antigos povos conhecidos terem começado a escrever sua história.
Em meio à escassez de informação documentada esse passado tão remoto, Lemúria e Atlântida, não raro, são confundidas, como se fossem uma só nação ou como se as duas civilizações tivessem sido parte de um mesmo período geológico.
Entretanto, para os estudiosos ocultistas não há confusão. Os teósofos, especialmente, distinguem com clareza lemurianos e atlantes como duas raças humanas que se sucederam no processo de evolução da espécie humana.
Ambos foram fisicamente diferentes do sapiens atual: ambas, foram raças de gigantes em estatura e detentoras de um conhecimento científico e habilidades psíquicas tão ou mais avançados que a humanidade atual.
LEMÚRIA NA WIKIPEDIA
Lemúria é o nome de uma suposta terra desaparecida, de localização incerta, entre os oceanos Índico e Pacífico.
As ciências - história, geologia, arqueologia etc., não reconhecem sua existência mas a Lemúria é amplamente aceita entre os estudiosos ocultistas e povos como o Tamil, da Índia.
O "continente perdido" teria sido engolido pelo mar em um cataclismo geológico.
A Lemúria não é o único continente submerso da "história não-oficial" da Terra. Também a terra da Atlântida teria sido engolida pelo oceano. [Porém, há controvérsias sobre o tipo de catástrofe que liquidou o período lemuriano.]
Intrigado com a presença de fósseis de lêmures em Madagascar e na Índia, mas não na África nem no Oriente Médio, Sclater supôs que Madagascar e Índia fossem a parte que sobrou de um extenso continente submerso ao qual denominou "Lemúria" por causa dos seus característicos lêmures. [Atualmente, os lêmures, mamíferos semelhantes aos macacos, somente são encontrados em Madagascar e ilhas adjacentes.]
Sobreviventes da Lemúria:
Em 1894, Frederick Spencer Oliver publicou A Dweller on Two Planets, escrito no qual afirma que sobreviventes da Lemúria viviam no Monte Shasta, a norte da Califórnia.
Habitariam um complexo de túneis dentro da montanha e, ocasionalmente poderiam ser vistos em suas visitas à superfície (vestidos com túnicas brancas).
Em 1930, Guy Warren Ballard fundou a I AM Fundation, uma sociedade que pretendia seguir os Mestres Ascendentes da Grande Irmandade Branca. Atualmente, muitos grupos mais ou menos tradicionais reivindicam a originalidade de seus mestres ascencionados como: Bridge to Freedom (Ponte da Liberdade), Summit Lighthouse, Church Universal and Triumphant, Temple of The Presence e Hearts Center.
LEMURIA. WIKIPEDIA english
https://en.wikipedia.org/wiki/Lemuria
CATÁSTROFES:
DILÚVIOS, TERREMOTOS, TSUNAMIS
A referência a "continentes perdidos" e grandes catástrofes planetárias é um dado presente nas tradições de muitos povos antigos.
O Gênesis da Bíblia judaico-cristã, mesmo em linhas gerais, descreve um passado cósmico e geológico repleto de notáveis movimentos transformadores da face da Terra; o "Dilúvio" é o mais chamativo destes fenômenos mas a própria criação "em sete dias" se afigura como um processo complexo e longo de formação do ecossistema atual, processo chamado terraforming (earthforming).
Os "Dilúvios" aparecem ainda entre os Sumérios e a epopéia Gilgamesh, da mitologia sumeriana, é considerada como fonte de onde deriva o texto do Gênesis hebreu.
Também na Bíblia há personagens que contradizem a interpretação simplista de uma antropogênese que começa em um "Adão indivíduo".
Os anjos e os gigantes são alguns desses personagens intrigantes; indicam que devem ter existido tipos diferentes humanóides antes do homem tal como é bioquímicamente configurado hoje.
Na tradição Maia também aparecem reminiscências que se referem a um continente no Pacífico, destruído por atividade vulcânica. Esta mesma lenda consta dos textos sâncritos chamados Rutas.
A literatura Tamil* fala de um reino mítico chamado Kumari Kandam, comparável à Lemúria, que submergiu. Ali ficava a cidade de Puhar. Dali eram originários os Drávidas, povo do sul da Índia.
O estudo de diferentes tradições e registros antigos, mostra não somente uma catástrofe, seja global, seja local, ainda que tenha alcançado a totalidade de um território continental.
Mas, muito além do Dilúvio "de Noé!", encontramos nessas fontes, mais de uma ocasião, mais de um evento geofísico, como o vulcanismo, os terremotos, e tsunamis decorrentes, que poderiam ter destruído o núcleo da humanidade lemuriana ao tempo em que modificou a distribuição de terras emersas no planeta: continentes e ilhas, montanhas e cursos d'água deslocados.
*TAMIL: Grupo étnico que vive no sul da Índia e no Sri Lanka que possui registros históricos de mais de dois mil anos. A "identidade Tamil" é essencialmente linguística pois falam a "primeira linguagem" desde tempos imemoriais: o idioma tamil. São relacionados aos drávidas.
LEMURIANOS REPTILIANOS: OS NÂGAS
Em outra tradição, que aqui denominamos, a hipótese do hibridismo reptiliano, a Lemúria, um continente submerso no Pacífico, foi o berço de uma raça de criaturas híbridas, répteis-humanos, os nâgas ou dracons.
É uma crença presente na cultura do Camboja, Austrália, Índia, povos pré-colombianos etc.. Esta foi uma raça que "pecou" pelo uso da magia negra. #FAFO
"Na Doutrina Secreta, os primeiros Nâgas são seres... sábios... são os "Filhos da Vontade e do Yoga", nascidos antes da completa separação dos sexos, "amadurecidos nos ovos portadores de homens, produzidos pelo poder (Kryâsatki) dos Santos Sábios da primitiva Terceira raça" [lemurianos].
(BLAVATSKY. GLOSSÁRIO TEOSÓFICO, p 394, 303)
"Exotericamente, os Nagas são seres semidivinos com rostos humanos e caudas de serpente.
Existiu, no entanto, uma raça de Nagas, que se diz não ter mais de mil indivíduos, nascidos, ou melhor, descendentes de Kadru [feminino, serpente de muitas cabeças GLOSSÁRIO, 273], esposa de Kazyapa [ou Kashyapa, sábio védico, um 'nascido de si mesmo, que surgiu do Tempo"... é o progenitor das serpentes, dos répteis, das aves...
É considerado um dos Criadores. BLAVATSKY. GLOSSÁRIO TEOSÓFICO, p 290], com o propósito de povoar Patala, que é inegavelmente a América, como veremos... [ANTROPOGÊNESE. ONLINE, p 149]
"Alguns descendentes dos Nagas primordiais, as Serpentes da Sabedoria, povoaram a América quando seu continente surgiu durante os dias de florescimento da grande Atlântida...
Caso contrário, de onde vêm as tradições e lendas — estas últimas sempre mais verdadeiras que a história, como diz Augustin Thierry (historiador francês, 1795-1856) — e até mesmo a identidade nos nomes de certos “curandeiros” e sacerdotes, que ainda existem no México hoje?
Teremos que falar sobre os Nargals e os Nagals, e também sobre o Nagalismo, chamado de “adoração de demônios” pelos missionários". [ANTROPOGÊNESE. ONLINE, p 204]
Para os intérpretes da mitologia, os termos "dragão" e "serpente", são usados de modo simbólico significando a grande sabedoria, o conhecimento avançado deste povo extinto cujas maravilhosas invenções foram entendidas como "magia".
DESPROVIDOS DE MENTE
LINHAGEM LEMURIANA
O vídeo mostra: A primeira, talvez única, coleção de imagens da misteriosa "raça lemuriana de Blavatsky": ovíparos, sem ossos, sem mente, monstruosos, ciclopes, assexuados, andróginos, hermafroditas, quimeras, gigantes heterossexuais.
Esta é a Terceira Raça da Humanidade. Um mundo que termina em fogo, terremotos, rios de lava e, finalmente, é engolido por ondas colossais. Seus remanescentes: as quimeras. O povo Nâga, a raça serpente, que vive nos subterrâneos da terra. Como eram os lemurianos? Blavatsky e eu escrevemos descrições. IAs as trazem à visão.
Segundo A Doutrina Secreta de H.P. Blavatsky, os lemurianos foram os "homens da terceira raça", gigantes e hermafroditas, mentalmente pouco desenvolvidos (e, por isso, também chamados "SEM-MENTE") e espiritualmente puros até a metade de seu ciclo de existência, quando seus descendentes começaram a nascer heterossexuais, machos e fêmeas.
"A Terceira Raça [lemurianos] ...se separou em três ramos distintos compostos de homens procriados de maneiras diversas. Os dois primeiros ramos foram produzidos mediante o processo ovíparo...
Duas "...das primeiras sub-raças da Terceira Humanidade prociavam suas espécies por exsudação de suco ou fluido vital cujas gotas, [densificando-se externamente], formavam um ovóide ... que [abrigava e protegia]... a criatura ali gerada" (ANTROPOGENESE p 148). Estes, eram seres assexuados.
Uma terceira sub-raça desse período começou a dar origem a indivíduos andróginos... a Humanidade, a hermafrodita ou bissexual e, finalmente, o Ovo humano começou a dar nascimento, de modo gradual e quase imperceptível em seu processo evolutivo, a seres nos quais predominava um dos dois sexos e, por último, a homens e mulheres diferenciados.
Este foi o primeiro passo para um tipo de reprodução que iria se desenvolver dali por diante: a reprodução sexuada. Os modos anteriores foram a EXUDAÇÃO e o BROTAMENTO. Este episódio é compreendido pelos ocultistas como a verdadeira "queda"; queda do ser humano na matéria.
Atlantes e Lemurianos foram contemporâneos somente por um tempo da história. Foi um período de transição. Os Atlantes, homens da quarta raça, também foram gigantes, mais densos e bem definidos fisicamente, mais conscientes, mentalmente e espiritualmente.
Os Atlantes, sobreviveram aos Lemurianos, que foram extintos com seus territórios, engolidos por uma catástrofe geológica que envolveu terremotos e erupções vulcânicas.
Na época da extinção dos lemurianos, a Atlântida era uma civilização florescente mas, ao fim do seu ciclo, o fim foi o mesmo.
O que restou de ambos os povos está perdido, soterrado por camadas de solo multimilenares ou submerso, sob as águas do Atlântico e do Pacífico.
FONTES
BLAVATSKY H.P. A doutrina secreta, VOL III. ANTROPOGÊNESE.
[Trad. Raymundo Mendes Sobral]. São Paulo: Pensamento, 2008
ONLINE
BLAVATSKY H.P. A doutrina secreta, VOL III. ANTROPOGÊNESE.
https://ia902806.us.archive.org/33/items/blavatsky-helena-la-doctrina-secreta/Blavatsky%2C%20Helena%20-%20La%20Doctrina%20Secreta%20Tomo%203.pdf (acessado em Jan 256, 2026)
Equipe do dr. Masaaki Kimura, da Universidade de Ryûkyû, exploram o sítio arqueológico submarino. Escadarias, rampas, terraços, entalhes na rocha e outros indícios da "mão humana", como ferramentas. Yonaguni pode ser o mais antigo consjunto arquitetônico da história.
A Okinawan Rosseta stone, com símbolos que foram encontrados gravados nas pedras das ruínas submersas. A Okinawa Roseta é um achado arqueológico de Okinawa.
No arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa - Japão, as águas em torno da ilha de Yonaguni escondem um conjunto de misteriosas ruínas megalíticas.
O território, de 28,88 km² e uma população de pouco mais de mil e setecentas pessoas, atraiu a atenção de historiadores, arqueólogos e outros cientistas quando, em 1985, o mergulhador Kihachiro Aratake, descobriu as magníficas estruturas de pedra submersas nas águas que circundam a ilha.
Quando fotos do lugar foram divulgadas, imediatamente começou a polêmica sobre a origem dos terraços e escadarias.
Estudiosos negaram que as ruínas sejam construções feitas por mão humana. As formas geométricas, os ângulos muito certos, foram atribuídos a "agentes naturais".
Entretanto, outros pesquisadores afirmam que o fundo do mar de Yonaguni é o túmulo de uma próspera civilização possivelmente mais antiga que Suméria, Egito, Índia ou China.
Masaaki Kimura, professor da Universidade de Ryûkyû, PHD em geologia marinha e o geólogo Robert M. Schoch, final dos anos de 1990.
Em 1997, dr. Masaaki Kimura, professor da Universidade de Ryûkyû, PHD em geologia marinha, publicou A Continent Lost In The Pacific Ocean, onde defende a teoria da civilização submersa; no mesmo ano, uma equipe da universidade empreendeu estudos no sítio arqueológico.
Naquele ano (1997) o geólogo Robert M. Schoch mergulhou várias vezes para examinar as ruínas. Em 1999, ele comentou:
"Também devemos considerar a possibilidade de que o Monumento Yonaguni seja fundamentalmente uma estrutura natural que foi utilizada, aprimorada e modificada pelos humanos em tempos antigos".
Em 04 de maio de 1998, partes da ilha e das ruínas foram sacudidas por um terremoto. Depois do abalo, foram realizadas filmagens submarinas.
Constatou-se que haviam surgido novas estruturas de forma similar aos zigurates da Mesopotâmia. Estes seriam, então, os edifícios mais antigos do mundo. Foram encontradas marcas nas pedras que evidenciam o trabalho feito nelas, inclusive entalhes.
Também foram achadas ferramentas e uma pequena escadaria. A hipótese de formação natural em Yonaguni tornou-se, então, pouco plausível.
O ENIGMA DA CABEÇA DE PEDRA
Submersa, 18 metros abaixo da superfície, surge uma cabeça megalítica, um rosto de pedra gasto pela erosão das águas que faz lembrar as cabeças de pedra de outros lugares antigos: Moais, no Pacífico; La Venta, Golfo do México.
O que torna o Monumento Yonaguni especialmente controverso é sua suposta antiguidade.
Enquanto as pirâmides do Egito datam de cerca de 4.500 anos e Stonehenge de cerca de 5.000, estimativas para o sítio de Yonaguni remontam a até 10.000 anos.
Se verificado, isso o colocaria no mesmo quadro arqueológico do Göbekli Tepe da Turquia, um dos primeiros exemplos conhecidos de arquitetura monumental.
Ao menos, há 6 mil anos, as ruínas eram terras emersas, ligadas ao continente. É possível que a elevação do nível dos mares ao longo de eras fez submergir territórios como os da costa de Yonaguni.
Há especulações sobre a "identidade" da civilização sepultada naquelas águas. Muitos falam em Atlântida mas, se parte de uma "civilização perdida" repousa no leito daquele mar, então o mais certo é que, devido a sua localização, seja a Lemúria ou Mu, ainda mais antiga, chamada pelos esotéricos de civilização da Terceira Raça.
* Texto revisto e atualizado.
Publicação original: Lyigia Cabus, 2007
SOURCES
JOHNSTON, Eric. Is the lost continent of Mu in Okinawa?
No meio de investigações sobre Culturas e Sociedades são frequentes os registros de civilizações antigas (algumas pré-Históricas) avançadíssimas, que construíram pirâmides e artefatos científicos aparentemente elétricos e teriam até contatos com discos voadores.
O testemunho destes contatos poderia ser visto hoje nos numerosos monumentos inexplicáveis encontrados em todo o mundo, como em Portugal, onde quatro menires sustentando um disco mostram uma disposição perfeita para dar a impressão de estar voando.
Estes círculos de pedra, dos quais o mais famoso é o de Stonehenge (Inglaterra), possuem uma arquitetura e engenharia invariavelmente condicionada a uma relação com o mapa celeste do local.
A Lemúria (também chamada continente MU) é citada no prefácio do Livro da Epopéia de Gilgamesh, a narrativa mais antiga da História Ocidental.
Escrito cerca de 5 mil e 500 anos pelos sumérios, a primeira civilização [ocidental], conhecida a inventar a escrita, o Gilgamesh faz referências a um Grande Dilúvio remontando 10 mil anos atrás, no final da última Era do Gelo que alcançou todo o planeta.
Neste evento, teria perecido o que restava de uma humanidade lemuriana. Dizem as lendas que os sumérios foram os últimos descendentes da Lemúria.
Aqueles, "a terceira raça", os lemurianos, eram uma espécie de humanos completamente diferente dos atuais homo sapiens e diferente da suposta sequência evolutiva darwiniana dos tipos humanos (como Pitecantropus, Neanderthal etc.).
É provável que os mediterrâneos [como os gregos] tenham confundido a Lemúria com a Atlântida, pois o Oceano Pacífico não fazia parte do mundo conhecido deles; o Pacífico fica do outro lado da Terra, enquanto o Atlântico fica logo ali.
Platão, um dos mais conhecidos filósofos do ocidente que fala da Atlântida, teria associado o continente perdido à destruição da avançadíssima sociedade matriarcal Minóica na Ilha de Creta, devastada por um vulcão e um maremoto. Essa, portanto, teria sido uma catástrofe local, não mundial.
Alguns dizem que a catástrofe da Lemúria foi planetária. Teria corrido há 9 mil anos, decorrente do maior choque da História entre placas tectônicas, que romperam a base da grande ilha ou continente que dominava a geografia de terras emersas naquela época. É possível que ninguém tenha sobrevivido.
Em seu auge, os lemurianos teriam se expandido em colônias e feito contato com outras culturas em todo o mundo. É possível que tenham coexistido com outra raça emergente bem como, com espécimes geneticamente degenerados: quimeras.
A lenda diz que os lemurianos eram super-humanos com 3 metros de altura [gigantes]. Alguns eram alados: "homens-pássaros". Foram amaldiçoados pelos deuses porque "sabiam demais".
A Lemúria é um "mundo perdido". Não poderia ser de outra forma sendo uma Humanidade tão antiga. O tempo apaga tudo, borrando lentamente a precisão das "histórias".
Seja qual for a "civilização, parece que sua existência está submetida a um ciclo inevitável, rumo a sua própria extinção, segundo concepções tão diversas quanto as de Darwin e as dos teósofos: todas as Humanidades, e estamos na quinta de um ciclo de sete (segundo teósofos), são destruídas por Hybris, em grego: o pecado da ambição de ser divino.
Existe um tipo de descompasso, uma assincronia fatal entre entre os processos evolutivos que contemplam as inclinações da matéria em prejuízo a uma evolução que alcance, igualmente, o espírito.
O resultado é poder bruto em excesso em mãos de criaturas espiritualmente fracas, escravas de desejos puramente carnais.
A consequência é sempre a mesma: nos mitos e na história recente: decadência, abuso, perversão, corrupção, bestialidade, barbárie, desequilíbrio, colapso, queda.
Um dos manifestos dessa rejeição é um objeto histórico: o babuíno empalhado de Madame Blavatsky, uma crítica satírica e um emblema do seu antagonismo ao evolucionismo darwinista, materialista.
Blavatsky, fundadora da Sociedade Teosófica, mantinha o babuíno em seu apartamento em Nova York na década de 1870, com uma aparência peculiar: ele usava colarinho, casaca, óculos e segurava debaixo do braço uma de livro A Origem das Espécies, de Charles Darwin.
O babuíno de Madame Blavatsky ridicularizava a ciência materialista: para Blavatsky e seus seguidores, o babuíno representava a "loucura da Ciência" em oposição à "Sabedoria da Religião" (ou Sabedoria Antiga).
Era uma piada visual, que zombava da ideia de que a humanidade descendia dos macacos unicamente por processos físicos e mecânicos.
Em Antropogênese, Blavatsky reconhece a evolução física até certo ponto mas, argumenta que a verdadeira evolução humana é um processo triplo — espiritual, mental e físico — e que o homem (ou "Mônada divina") é, na verdade, anterior aos grandes macacos e deu origem a algumas espécies de antropoides.
Ou seja, a teosofia é um sistema de entendimento da realidade no qual o homem dá origem ao macaco em uma época remota. Porém, não se trata do 'homo sapiens atual mas, o homem de uma humanidade, hoje, extinta. Mais especificamente, a terceira Raça Humana, os Lemurianos.