domingo, 24 de maio de 2026

👀 VIAJANTE DO TEMPO (ESPÍRITA). O APÓSTOLO JOÃO OBSERVA O HOMEM PRIMITIVO

Psicografia


O texto a seguir é uma versão adaptada de uma psicografia publicada em 1874. Relata a suposta visão do espírito daquele que foi o apóstolo João ou Yohanan, discípulo de Yéshua, em uma experiência transcendente no tempo e no espaço. 

O relato seria, então, o testemunho de João sobre a origem da espécie humana, confirmando a existência de homens primitivos tal como são descritos na teoria evolucionista de Charles Darwin. Este é um vídeo para ser ouvido.

Depois do testemunho do espírito, aqui serão apresentadas algumas considerações críticas às revelações espíritas.


- Meus irmãos... elevei-me para além do presente, 
e meu espírito, descortinou. 
O quê, descortinou meu espírito? Descortinou o passado...

- Adão, Adão, onde estás? 
Meus olhos procuravam-no e não o viam; eu o chamava e ele não me respondia. Adão ainda não tinha vindo. 

Onde estava Adão? 

Não me aparecia. Moisés tampouco vinha, para dizer-me onde se achava escondido o primeiro homem do Gênesis. 

Porque eu via um homem, dois homens, muitos homens e, no meio deles, não via Adão, e nenhum deles conhecia Adão. Eram os homens primitivos, esses que meu espírito, absorto, contemplava. 

Era o primeiro dia da Humanidade; porém, que humanidade, meu Deus!...
  
Era também o primeiro dia do sentimento da vontade e da luz; mas de um sentimento que apenas se diferençava da sensação, de uma vontade que apenas alcançava desvanecer algumas das sombras do instinto. 

Antes de tudo, o homem procurou comer. E comeu. Depois, procurou uma companheira, juntou-se com ela e tiveram filhos, parecidos com o pai e com a mãe. Finalmente, ele ergueu os olhos na direção do céu e, tombando pesadamente sobre a terra, dormiu. Quão nebuloso e triste é o primeiro dia da Humanidade...

Meu espírito procurava o homem, e, descobrindo-o, retrocedia. Voltava a observá-lo e, de novo, retrocedia. Porque meu espírito não via o homem do Paraíso. Via muito menos que o homem, via pouco mais que um animal. 

Seus olhos não refletiam a luz da inteligência. Sua fronte desaparecia sob o cabelo emaranhado e hirsuto. Sua boca, desmesuradamente aberta, projetava-se para a frente. Suas mãos pareciam-se com os pés, e frequentemente tinham o uso destes. 

Uma pele pilosa e grossa cobria as suas carnes duras e secas, que não dissimulavam a fealdade do esqueleto. 

Oh, se tivésseis visto, como eu, o homem do primeiro dia, com seus braços compridos e esquálidos caídos ao longo do corpo, e com suas grandes mãos pendidas até aos joelhos, vosso espírito teria fechado os olhos para não ver, e procuraria o sono para esquecer! 

O homem dos primeiros dias da Humanidade comia e bebia, porém não comia nem bebia como homem; andava, porém não andava como homem; via, porém não via como homem; amava e odiava, porém não amava nem odiava como homem. 

Seu comer era como o devorar; bebia abaixando a cabeça e submergindo seus grossos lábios nas águas; seu andar era pesado e trôpego, como se a vontade não interviesse; seus olhos vagavam, sem expressão, pelos objetos, como se a visão não se refletisse em sua alma; e seu amor e seu ódio, que nasciam de suas necessidades satisfeitas ou contrariadas, eram passageiros como as impressões que se estampavam em seu espírito, e grosseiros como as necessidades em que tinham sua origem. 

O homem primitivo falava, porém não como homem. Emitia alguns sons guturais, acompanhados de gestos, o necessário para responder às suas necessidades mais urgentes. 

Fugia da sociedade e buscava a solidão. Ocultava-se da luz e procurava indolentemente, nas trevas, a satisfação de suas exigências naturais. Era escravo do mais grosseiro egoísmo. Não procurava alimento senão para si. 

Encontrava uma companheira em épocas determinadas, quando eram mais imperiosos os desejos da carne e, satisfeito o apetite, retraía-se de novo à solidão, sem mais cuidar da companheira e dos filhos. 

Era extremamente preguiçoso. Estendido na terra, alimentava-se do que estava ao alcance de sua mão; e, sempre que se punha em movimento, seus gestos revelavam repugnância e desgosto. Passava pelo cadáver de outro homem, fixava nele um olhar estúpido, e ia além.
 
Nunca ria; nunca, os seus olhos derramavam lágrimas. O seu prazer era um grito, a sua dor, um gemido. 

O seu pensamento era superficial, incerto e fugitivo; suas ideias eram elementares e confusas; não deixavam em sua alma outro vestígio mais que aquele que em vós deixa um sonho, incoerente e fugaz. 

Pensar fatigava-o; ele fugia do pensamento como da luz. 

Considerava os animais terrestres como iguais, em natureza, a si mesmo, e considerava as aves como superiores ao homem. 

O céu girava e as estrelas luziam por cima de sua cabeça, mas ele não percebia o movimento do céu, nem o brilho das estrelas. 

Para ele não havia terra além do que divisavam seus olhos, nem outros seres além dos que descobriam os seus toscos sentidos. Vivia sem conhecer o motivo da sua vida; morria sem ter jamais pensado em morrer. 
Oh, se houvésseis visto, como eu, o homem do primeiro dia, com os seus longos e esquálidos braços caídos, e com as suas grandes mãos que chegavam aos joelhos, o vosso espírito teria fechado os olhos para não ver, e buscaria o sono para esquecer!

...Depois do primeiro dia da Humanidade, o corpo do homem aparece menos feio, menos repugnante à contemplação de minha alma. Sua fronte começa a se alinhar na parte superior do rosto, quando o vento açoita e levanta as ásperas melenas que a cobrem. 

Os seus olhos são mais vivos e transparentes, o seu nariz é mais afilado e levantado e a sua boca é menos proeminente.

...Os seus braços são menos longos e esquálidos, suas carnes são menos secas, suas mãos menos volumosas e, com dedos mais prolongados, os ossos do esqueleto são mais arredondados, mais bem dispostos ao movimento das articulações; maior elasticidade existe nos músculos e mais transparência, na pele que cobre seu corpo. 

No olhar, ele reflete o primeiro raio de luz intelectual; é um olhar inquiridor, o despertar do espírito adormecido. No seu caminhar, já menos lerdo e vacilante, nota-se a manifestação da vontade dirigida a um objetivo. 

Procura a mulher, e não mais a abandona. Assiste o nascimento de seus filhos, com quem reparte o calor e o alimento. 

Move a língua hesitante, balbuciante em suas tentativas de se comunicar. Sente novas necessidades — e ensaia os meios de exprimi-las, para satisfazê-las. Eis o princípio da linguagem: a necessidade. 


Agora, percebe como inferiores os outros animais e aprende a consumir alguns, para saciar a fome. 

Suspeita que nem tudo acaba onde termina o alcance da sua vista; que, por detrás da sua montanha, levanta-se outra e algo mais.
 
No seu olhar, vejo a surpresa e a curiosidade substituírem a estupidez. Ainda foge dos objetos que encontra pela primeira vez mas, pouco a pouco perde o temor que lhe causa a novidade. 
Evita, aceita — e, por fim, toma nas mãos o que lhe causou receios. Já o seu rosto, os seus trejeitos e as suas exclamações, revelam as emoções que povoam, sua mente e o seu coração. 

É o soldado que acaba de alcançar grande triunfo sobre um invencível inimigo. O medo. O medo, mais poderoso nele que todos os seus cálculos e sentimentos. 

O rugido das feras, o estampido do trovão, o fulgor do relâmpago, o sinistro rumor que precede a tempestade, os frequentes tremores de terra, as erupções dos vulcões e não só isto; tudo o que é novo, tudo o que é desconhecido, gelam-no de espanto, transtornam-no e aniquilam-no. 

Esquece a companheira, esquece os filhos e crê que vai morrer. Porque agora, ele sabe que tem de morrer e o temor da morte supera todos os seus outros temores. Ele viu, muitas vezes, cadáveres de outros homens e entende como inevitável o momento da própria morte. 

Já não procura a sombra e a solidão, como no primeiro dia; foge das trevas, porque tem um medo muito específico, a morte; e foge da solidão, porque se reconhece débil e impotente. A mulher e os filhos são a sua companhia habitual. 

Admira, com infantil entusiasmo, o nascer do sol quando renova-se sua consciência e suas esperanças. Contempla, angustiado, o crepúsculo que precede a grande escuridão, como se o fim de cada dia, fosse um tipo de morte, como a escuridão de olhos que se fecham para sempre.

Voltarás? — pergunta, entristecido ao horizonte. 

E o Sol reaparece... E o homem cai agradecido, de joelhos, ao contemplar o renascimento do Sol e, na sua grosseira e incipiente linguagem, exclama: 

- Graças, meu amigo protetor — meu Deus! Tu vens consolar-me. A ti devo a minha felicidade e a minha alegria. Eu te adoro!...
 
O benefício foi o primeiro deus da Humanidade, personificado no Sol, porque o Sol era o maior dos benefícios que a inteligência do homem primitivo podia conceber. 

Não tomeis por blasfêmia ou heresia essa adoração primitiva; ela é o ponto de partida da religião natural. Ela é, ainda, a raiz da moralidade das ações humanas — a primeira manifestação de agradecimento da criatura ao poder superior desconhecido.

Foi assinado:
- Eu, João.

Texto adaptado do original em Roma e o Evangelho
José Amigó y Pellicer, 1874.
https://www.luzespirita.org.br/leitura/pdf/l99.pdf

ESPIRITISMO: 
A CIÊNCIA QUESTIONÁVEL  DOS MENTORES
Estamos na Europa, no fim do século dezenove. 

Roma e o Evangelho, foi compilado por D. José Amigó y Pellícer e contêm os estudos filosófico-religiosos e teórico-práticos realizados pelo Círculo Cristão-Espiritista de Lérida, na Espanha, em 1874. 

O livro reúne mensagens psicografadas, alegadamente provenientes de entidades que se apresentaram como figuras conhecidas, tais como: Maria de Nazaré, Lamennais, Santo Agostinho, João Evangelista e o próprio codificador do Espiritismo, Allan Kardec

O que chama atenção nas "revelações espíritas", naquilo que se refere à ciência, é que, tais revelações jamais são antecipadas embora, não raro apresentem alegadas visões de um futuro tecnológico já implantadas em "cidades astrais".

Poderes "sobrehumanos" ou sobrenaturais, metafísicos, como a "volitação", (uma espécie de autotransporte, por modificação da própria frequência e densidade do perispírito, (o corpo do espírito) ou os trens aéreos da colônia Nosso Lar (1944), descrita no livro homônimo do médium espírita brasileiro, Chico Xavier, que foram preditos como tecnologia avançada que breve seriam replicados e comuns na Terra, até hoje, não "aconteceram". 

Outro postulado do espiritismo moderno, kardecista, afirma que o espírito humano tende da evoluir, a se elevar moralmente é outro princípio que parece falacioso. 

O que se observa no mundo da pós-modernidade é o colapso completo da moralidade resultante de uma cultura de bestialização e degeneração da criatura humana.

E quanto aos avisos dos mestres ascensos a respeito dos graves eventos recentes que abalaram todo o mundo civilizado? 

O pandemônio, as guerras, a situação no Oriente Médio, os inúmeros escândalos mundiais, celebridades, idolatria, caos social, corrupção política e financeira. Nem uma palavra nos centros espíritas?

Portanto, os relatos psicografados devem ser considerados com muita cautela. Serão, de fato, de seres humanos desencarnados, "habitantes do Além", reais? Serão fantasias do médium? Espiritismo ou contato com entidades cuja natureza e identidade devem ser vistas com suspeita?

É o que ocorre com este testemunho do suposto espírito de João Evangelista. Há muitas dúvidas sobre cada testemunho dessa natureza.

O livro, de 1874, é posterior a toda polêmica causada pela publicação das obras de Darwin, que estabeleceram no evolucionismo o processo biológico de origem da espécie humana.

A teoria da evolução de Darwin foi aplicada à antropologia e veio a público, primeiramente, de forma explícita, no meio acadêmico, com a publicação do livro A Descendência do Homem (The Descent of Man), em 1871. 

Não existe um livro espírita que apresente uma teoria de evolução humana "darwinista" (por seleção natural) antes da publicação das ideias de Charles Darwin em 1859. 

Embora o Espiritismo, codificado por Allan Kardec, seja intrinsecamente evolucionista no sentido de que os seres progridem moral e espiritualmente, as obras básicas publicadas antes ou na época de "A Origem das Espécies" não anteciparam a teoria da evolução biológica por seleção natural de Darwin e Wallace. 
 
Enquanto os espíritas e seus "mentores" abraçavam Darwin, não raro, reclamando para sua doutrina, o status de Ciência, no fim do século XIX, na mesma época, os teósofos riram da teoria. 

VOCÊ SABIA?
MADAME BLAVATSKY REJEITOU
O EVOLUCIONISMO DE DARWIN
PARA ELA, O MACACO DESCENDE DO HOMEM


Em sua obra "A Doutrina secreta, Helena Petrovana Blavatsky", chamada Madame Blavatsky, fundadora da Teosofia, uma linha abrangente e original de pensamento sobre a origem do universo e Humanidade, rejeitava a teoria da Evolução de Charles Darwin.

Um dos manifestos dessa rejeição é um objeto histórico: o babuíno empalhado de Helena Petrovna Blavatsky, uma crítica satírica e um emblema do seu antagonismo ao evolucionismo darwinista, materialista. 

O BABUÍNO
Blavatsky, fundadora da Sociedade Teosófica, mantinha o babuíno em seu apartamento em Nova York na década de 1870, com uma aparência peculiar: ele usava colarinho, casaca, óculos e segurava debaixo do braço um exemplar do livro A Origem das Espécies, de Charles Darwin. 

O babuíno de Madame Blavatsky ridicularizava a ciência materialista: para Blavatsky e seus seguidores, o babuíno representava a "loucura da Ciência" em oposição à "Sabedoria da Religião" (ou Sabedoria Antiga). 

Era uma piada visual, que zombava da ideia de que a humanidade descendia dos macacos unicamente por processos físicos e mecânicos.

Em A Doutrina Secreta, Blavatsky reconhece a evolução física até certo ponto mas, argumenta que a verdadeira evolução humana é um processo triplo — espiritual, mental e físico — e que o homem (ou "Mônada divina") é, na verdade, anterior aos grandes macacos e deu origem a algumas espécies de antropoides. 

Ou seja, a teosofia é um sistema de entendimento da realidade no qual o homem dá origem ao macaco em uma época remota. Porém, não se trata do homo sapiens atual mas, o homem de uma humanidade, hoje, extinta. 

Mais especificamente, a humanidade origem de criaturas como os símios foi a terceira Raça Humana, os Lemurianos ovíparos

A teoria da antropogênese apresentada por H.P. Blavatsky em "A Doutrina Secreta" é uma síntese complexa e original de filosofias orientais (especialmente hindus e budistas) e ocidentais, com elementos esotéricos únicos, como a teoria das sete raças-raízes

Embora ela tenha se baseado em textos antigos, a formulação específica e detalhada de sua teoria não tem um precedente direto em uma única fonte ou pensador anterior. 

Blavatsky afirmou que sua obra era baseada em um lendário manuscrito esotérico, o "Livro de Dzyan", e em ensinamentos de mestres reencarnados

Ela própria posicionou sua teoria em oposição direta ao darwinismo predominante na época. 
Os principais postulados da Antropogênese na teoria de Blavatsky, postulados únicos, de fato,  em  sua singularidade, são:

Raças-Raízes: A ideia de que a humanidade evolui através de sete raças-raízes principais em nosso planeta, cada uma com sub-raças, ao longo de milhões, muitos milhões de anos.

Origem Não Física: As primeiras raças (polares, hiperbóreos, lemurianos) eram etéreas, astrais ou andróginas, tornando-se físicas gradualmente.

Longas Eras: Uma cronologia da existência humana física muito mais longa do que a aceita pela ciência ou religião ocidental da época (18 milhões de anos).

Cosmogênese e Antropogênese Interligadas: A evolução humana está intrinsecamente ligada à evolução do próprio cosmos e dos globos planetários (rondas e cadeias planetárias).
 
Escrituras Antigas e Antropogênese Teosófica :

Embora a síntese de Blavatsky seja única, ela utilizou conceitos encontrados em tradições muito mais antigas:

Filosofia Hindu (Vedas e Puranas): A ideia de ciclos cósmicos (Yugas e Manvantaras), a evolução através de diferentes planos de existência e a origem espiritual do universo são conceitos-chave no hinduísmo, que Blavatsky reinterpretou e incorporou em sua estrutura teosófica.

Platonismo e Neoplatonismo: Conceitos de emanação, hierarquias espirituais e a descida da alma para a matéria têm raízes na filosofia ocidental antiga, particularmente em pensadores como Plotino.

Ocultismo e Hermetismo: Tradições ocultistas ocidentais e a cabala já lidavam com a evolução espiritual e a natureza oculta da realidade, mas geralmente sem a estrutura detalhada de raças-raízes ou a cronologia específica de Blavatsky. 

Em resumo, não existe um autor ou teoria anterior única que apresentasse a teoria da antropogênese exatamente da mesma forma que Blavatsky. 

Sua abordagem foi uma compilação e reinterpretação idiossincrática, original, de diversas fontes antigas, apresentada como uma "Doutrina Secreta" universal e até então oculta. 

FONTES
Félicité de La Mennais
https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9licit%C3%A9_de_La_Mennais
Roma e o evangelho.
https://www.luzespirita.org.br/leitura/pdf/l99.pdf
(Félicité Robert de Lamennais, ou La Mennais (1782 – 1854)
O Babuíno da Madame Blavatsky. 
Por P. Washington. (Pp. 470; ilustrado) 
Seeker & Warburg: Londres. 1993.
https://resolve.cambridge.org/core/journals/psychological-medicine/article/abs/madame-blavatskys-baboon-by-p-washington-pp-470-illustrated-2000-seeker-warburg-london-1993/942A7DFABF59EDFFF023F7DB67D3AE24

sexta-feira, 22 de maio de 2026

👽💥 ALIENÍGENA: O HUMANÓIDE GIGANTE TRANSPARENTE DE TAIWAN É REAL

Foto: Sociedade de OVNIs de Taiwan

Uma figura alta e translúcida caminha em uma paisagem montanhosa. Seus membros têm proporções estranhas e parece ter dedos dos pés e mãos sindactilos, ou seja dotados de membranas entre os dedos.

(Ao ampliarem e tratarem digitalmente os contornos daquela silhueta, os peritos identificaram que a extremidade dos membros superiores não terminava em dedos finos e separados como os nossos, mas sim numa estrutura mais larga e unida — o que os levou a descrever como "o que pareciam ser dedos palmados").
A foto foi capturada em 06 de Maio de 2011, em um parque nas Montanhas Centrais de Taiwan. Chen Yong Qiang, funcionário do parque, obteve a imagem utilizando um iPhone 4, às margens do Lago Jia Ming, localizado a uma altitude de mais de três mil metros. 

Chen fotografava casualmente paisagens montanhosas e não viu nada estranho na hora mas, quando conferiu as imagens mais adiante na trilha, ficou surpreso.

Essa foto foi considerada uma farsa mais de uma década. Céticos falaram sobre um crash de celular ou dupla exposição.

A Sociedade de Ufologia de Taiwan (TUFOS) passou mais de um ano realizando verificações forenses em cada pixel e não encontrou nenhuma evidência de manipulação ou truques digitais.

Depois, a foto foi enviada para uma instituição profissional, nos Estados Unidos, e, posteriormente, para o FBI. O veredito é o mesmo: materIal genuíno. A natureza do objeto não é explicada.
Um porta-voz do TUFOS disse que essa imagem continua sendo um dos maiores mistérios sobrenaturais não resolvidos da ilha (Ilha de Taiwan, antiga Ilha Formosa), com a aparência estranha da criatura diferente de qualquer humano comum (todavia, semelhante às descrições dos Lemurianos da metade do ciclo da Terceira Raça Humana, segundo a teósofa H.P.Blavatsky).

Recentemente, a foto voltou às manchetes após o FBI divulgar uma série de documentos históricos sobre OVNIs no início deste mês (maio, 2026).

A TUFOS publicou a foto pela primeira vez no final de 2012, provocando um acalorado debate entre crentes e céticos – mas o recente veredito dos EUA silenciou muitos críticos.

De acordo com os dados oficiais, a fotografia capturou uma entidade física legítima que desafia completamente a anatomia humana convencional.

FONTES
На Тайване сняли на фото странное существо: ФБР его изучили и признали подлинным
[Em Taiwan, uma criatura estranha foi fotografada: o FBI a estudou e a reconheceu como autêntica]. May 18, 2026
https://dzen.ru/news/story/2f5ee5f9-b9c9-56fb-a6b8-7b2a88c2175e
«Шагал по горам Тайваня»: ФБР подтвердило подлинность фото гигантского инопланетянина с головой богомола
["Caminhando pelas montanhas de Taiwan": o FBI confirmou a autenticidade da foto de um alienígena gigante com cabeça de louva-a-deus].  May 18, 2026
https://tnv.ru/news/obshchestvo/549455-shagal-po-goram-tayvanya-fbr-podtverdilo-podlinnost-foto-gigantskogo-inoplanetyanina-s-golovoy-bogom/
FBI reveals photo of giant mantis-headed ALIEN is ‘not fake’, May 13, 2026
https://whatsthejam.com/strange-and-bizarre/fbi-reveals-photo-of-giant-mantis-headed-alien-is-not-fake/

segunda-feira, 11 de maio de 2026

👀 O ESTRANHO CASO DE MR. SHOLTZ

Em um livro que não lembro mais o nome, um livro sobre fenômenos inexplicados registrados mundo afora, um dia, eu li sobre um estranho caso. Vou contar aqui conforme recordo dos fatos ali relatados. 
vídeo para ouvir uma história:


Era uma vez um tal de Mr, Scholtz. Mr. Sholtz era operário de uma fábrica têxtil. Quando aquilo aconteceu, ele tinha cerca de 50 anos. Naquela fábrica, trabalhara a vida toda. Qualquer um diria, e diziam, que Mr. Sholtz tinha uma vida muito chata. 

Solteiro, ele morava em uma pequena casa vizinha à fábrica. A rotina não o incomodava. Todas as tardes, ele tinha uma hora de folga. 

Nessas ocasiões, Mr Sholtz dirigia-se para casa, comia um sanduíche, bebia uma caneca de café na cozinha e então, religiosamente, dirigia-se a um modesto escritório, pegava um velho livro em uma estante pequena, sentava-se em sua confortável poltrona, móvel de qualidade, um dos poucos luxos que tinha e... abria o livro. 

Mr Sholtz tinha uma empregada doméstica de meio período que fazia o serviço da casa duas vezes por semana e, a ela, Mr Sholtz havia recomendado um único cuidado:
- Sra., jamais, jamais! Toque naquela poltrona, jamais mude, um milímetro sequer minha poltrona de lugar, nem limpando nem não limpando. Não mova nunca essa poltrona, é melhor nem tocá-la e nunca, nunca abra a porta desse escritório quando eu estiver aqui, nunca, em nenhuma hipótese entre aqui enquanto eu aqui estiver. 

O que ninguém suspeitava é que havia algo paranormal naquele hábito de leitura cultivado durante décadas. Na mesma poltrona, o mesmo livro. 

Em seus cerca de 45 minutos de descanso naquele escritório, Sholtz, ao abrir o livro, em virtude de fenômeno que ele jamais pôde compreender, não lia: ele transcendia a realidade, o mundo, a dimensão física, a limitação do tempo. 

O homem desaparecia fisicamente, sugado pelo livro em carne, ossos e sangue. Para onde ía Mr Scholtz? Ninguém sabe. 

Mas, ele voltava, rigorosamente, um minuto antes da sirene de chamada da fábrica tocar. Ele retornava, regurgitado pelo livro, em sua inteireza, sentado em sua poltrona. Levantava, pegava o livro caído no chão, fechava e recolocava o volume no mesmo lugar. 

Certa tarde, a sirene tocou mas, Sholtz não apareceu no galpão da fábrica. Demoraram um tanto a notar sua ausência mas, como não aparecesse, seus colegas finalmente perceberam e começaram a procurar. Por toda parte, chamaram seu nome. Em vão. Ninguém o tinha visto depois do intervalo. 
Alguém lembrou que ele morava ao lado e para lá foram alguns colegas preocupados. Na porta da casa, foram recebidos pela empregada. 

- Mr Sholtz? Está no escritório, eu acho... disse a mulher com um tom de voz hesitante, olhos baixos, mãos inquietas segurando o avental.
 
Ela  mostrou a porta fechada. Sem hesitar, o supervisor de produção que ali estava, colocou a mão na maçaneta, girou e entrou no aposento. Não havia ninguém. A poltrona vazia, o estranho e velho livro caído, aberto, no chão, mostrava a ilustração de um lugar paradisíaco. 

A empregada, temerosa, mas, sem conter a curiosidade, colocou a cabeça na entrada do escritório e, vendo o cenário, soltou um grito rouco. 

- Meu Deus!

- Que foi mulher. Ela balbuciava palavras, visivelmente assustada. 

- Fala, mulher! É um escritório, é só um escritório. Onde está Scholtz? 

Finalmente, com lágrimas silenciosas deslizando na face, ela disse: 

- Eu... eu mexi... 

- Mexeu o quê, mulher? 

- Eu... eu mexi a poltrona, foi só um esbarrão, eu juro, coloquei no lugar, eu acho, eu mexi a poltrona! 
Mr. Scholtz nunca mais foi visto, Foram feitas diligentes investigações policiais, durante dias, publicadas reportagens em jornais, fotografias foram coladas nos postes da cidade... Tudo inútil. 

Passaram-se os anos, o incidente caiu no esquecimento. Não houve qualquer notícia. Os móveis foram leiloados, os livros, doados, a casa, vendida e demolida. 

Mas, o quê poderia explicar esse fenômeno tão estranho? Aqui recorremos à idéia de portais dimensionais. Mesmo sem conhecer o conceito, Mr. Sholtz, pode ter encontrado um deles. 

Naquele lugar inesperado, naquele escritório modesto, havia uma pequena e bem definida área anômala de transcendência. 

A leitura o colocava em um estado mental propício e assim, todos dias, naquela mesma hora, no mesmo local, Sholtz era transportado para um lugar e uma situação muito distante da monotonia dos seus dias sempre iguais, distante das atividades repetitivas da fábrica. 

Desse modo, pela convergência de fatores metafísicos, o extraordinário acontecia e a única certeza que Sholtz possuía, talvez por algum incidente fortuito, sim, ele sabia: aquela poltrona jamais poderia ter sua exata localização alterada sob pena de fechar para sempre a porta que lhe permitia acessar um outro mundo, uma outra vida e talvez, um outro Sholtz, mais feliz do que ele jamais poderia ser na realidade dos seus dias na Terra. 

Esse é um caso de Realidade Fantástica

por Lygia Cabus
maio, 2026

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

🌋🌊 🌋 LEMÚRIA & LEMURIANOS: UMA VISÃO DA 3ª RAÇA HUMANA

Os Lemurianos em sua sexta sub-raça, construíram com pedras e lava suas primeiras cidades rochosas. ...Os restos mais antigos das construções ciclópicas foram todos obras das últimas subraças lemurianas (ANTROPOGÊNESE, p 355)

IMAGEM ACIMA: O Yonaguni Monument, uma pirâmide zigurate e outras estruturas submarinas no mar que banha a ilha de Yonaguni-Jima - no Japão, são um mistério e uma controvérsia. 

Alguns estudiosos acreditam que as ruínas podem ser atlantes; outros, recuando mais ainda no tempo, identificam-nas com o continente perdido da Lemúria e sua enigmática Humanidade, os Lemurianos ou, segundo os teósofos, a 3ª Raça Humana. 

Para os acadêmicos tradicionais, a questão sobre tais ruínas resume-se a duas hípoteses: ou são obra obra do engenho humano comum, de uma história remota ou são meras formações naturais que podem ou não ter sido utilizadas como instalalações utilitárias. 

Os ocultistas da teosofia têm uma visão diferente: boa parte desse tipo de ruínas teriam sido edificadas pelos lemurianos, os homens da terceira Raça Humana cujo porte físico gigantesco, tornava fácil trabalhar enormes formações rochosas e massas de lava vulcânica para construir suas moradas, templos e espaços públicos.

Lemúria e Atlântida são dois mistérios geo-histórico-antropológicos. Jamais a ciência oficial encontrou uma evidência inquestionável da existência desses dois continentes porém, a tradição de muitas culturas (maias, egípcios, polinésios etc.) se repete em referências a uma fantástica civilização que existiu muito antes dos antigos povos conhecidos terem começado a escrever sua história.

Em meio à escassez de informação documentada esse passado tão remoto, Lemúria e Atlântida, não raro, são confundidas, como se fossem uma só nação ou como se as duas civilizações tivessem sido parte de um mesmo período geológico.

Entretanto, para os estudiosos ocultistas não há confusão. Os teósofos, especialmente, distinguem com clareza lemurianos e atlantes como duas raças humanas que se sucederam no processo de evolução da espécie humana. 

Ambos foram fisicamente diferentes do sapiens atual: ambas, foram raças de gigantes em estatura e detentoras de um conhecimento científico e habilidades psíquicas tão ou mais avançados que a humanidade atual.

LEMÚRIA NA WIKIPEDIA

Lemúria é o nome de uma suposta terra desaparecida, de localização incerta, entre os oceanos Índico e Pacífico

As ciências - história, geologia, arqueologia etc., não reconhecem sua existência mas a Lemúria é amplamente aceita entre os estudiosos ocultistas e povos como o Tamil, da Índia. 

O "continente perdido" teria sido engolido pelo mar em um cataclismo geológico. 

A Lemúria não é o único continente submerso da "história não-oficial" da Terra. Também a terra da Atlântida teria sido engolida pelo oceano. [Porém, há controvérsias sobre o tipo de catástrofe que liquidou o período lemuriano.]

A palavra "Lemúria" foi cunhada em 1864 pelo geólogo Philip Sclater no artigo The mammals of Madagascar, publicado no The Quarterly Journal of Science

Intrigado com a presença de fósseis de lêmures em Madagascar e na Índia, mas não na África nem no Oriente Médio, Sclater supôs que Madagascar e Índia fossem a parte que sobrou de um extenso continente submerso ao qual denominou "Lemúria" por causa dos seus característicos lêmures. [Atualmente, os lêmures, mamíferos semelhantes aos macacos, somente são encontrados em Madagascar e ilhas adjacentes.]

Sobreviventes da Lemúria:

Em 1894, Frederick Spencer Oliver publicou A Dweller on Two Planets, escrito no qual afirma que sobreviventes da Lemúria viviam no Monte Shasta, a norte da Califórnia. 

Habitariam um complexo de túneis dentro da montanha e, ocasionalmente poderiam ser vistos em suas visitas à superfície (vestidos com túnicas brancas).

Em 1930, Guy Warren Ballard fundou a I AM Fundation, uma sociedade que pretendia seguir os Mestres Ascendentes da Grande Irmandade Branca. Atualmente, muitos grupos mais ou menos tradicionais reivindicam a originalidade de seus mestres ascencionados como: Bridge to Freedom (Ponte da Liberdade), Summit Lighthouse, Church Universal and Triumphant, Temple of The Presence e Hearts Center.

LEMURIA. WIKIPEDIA english 
https://en.wikipedia.org/wiki/Lemuria

CATÁSTROFES: 
DILÚVIOS, TERREMOTOS, TSUNAMIS
A referência a "continentes perdidos" e grandes catástrofes planetárias é um dado presente nas tradições de muitos povos antigos.

O Gênesis da Bíblia judaico-cristã, mesmo em linhas gerais, descreve um passado cósmico e geológico repleto de notáveis movimentos transformadores da face da Terra; o "Dilúvio" é o mais chamativo destes fenômenos mas a própria criação "em sete dias" se afigura como um processo complexo e longo de formação do ecossistema atual, processo chamado terraforming (earthforming).

Os "Dilúvios" aparecem ainda entre os Sumérios e a epopéia Gilgamesh, da mitologia sumeriana, é considerada como fonte de onde deriva o texto do Gênesis hebreu.

Também na Bíblia há personagens que contradizem a interpretação simplista de uma antropogênese que começa em um "Adão indivíduo".

Os anjos e os gigantes são alguns desses personagens intrigantes; indicam que devem ter existido tipos diferentes humanóides antes do homem tal como é bioquímicamente configurado hoje.

Na tradição Maia também aparecem reminiscências que se referem a um continente no Pacífico, destruído por atividade vulcânica. Esta mesma lenda consta dos textos sâncritos chamados Rutas. 

A literatura Tamil* fala de um reino mítico chamado Kumari Kandam, comparável à Lemúria, que submergiu. Ali ficava a cidade de Puhar. Dali eram originários os Drávidas, povo do sul da Índia.

O estudo de diferentes tradições e registros antigos, mostra não somente uma catástrofe, seja global, seja local, ainda que tenha alcançado a totalidade de um território continental. 

Mas, muito além do Dilúvio "de Noé!", encontramos nessas fontes, mais de uma ocasião, mais de um evento geofísico, como o vulcanismo, os terremotos, e tsunamis decorrentes, que poderiam ter destruído o núcleo da humanidade lemuriana ao tempo em que modificou a distribuição de terras emersas no planeta: continentes e ilhas, montanhas e cursos d'água deslocados.

*TAMIL: Grupo étnico que vive no sul da Índia e no Sri Lanka que possui registros históricos de mais de dois mil anos. A "identidade Tamil" é essencialmente linguística pois falam a "primeira linguagem" desde tempos imemoriais: o idioma tamil. São relacionados aos drávidas.

LEMURIANOS REPTILIANOS: OS NÂGAS
Em outra tradição, que aqui denominamos, a hipótese do hibridismo reptiliano, a Lemúria, um continente submerso no Pacífico, foi o berço de uma raça de criaturas híbridas, répteis-humanos, os nâgas ou dracons. 

É uma crença presente na cultura do Camboja, Austrália, Índia, povos pré-colombianos etc.. Esta foi uma raça que "pecou" pelo uso da magia negra. #FAFO

"Na Doutrina Secreta, os primeiros Nâgas são seres... sábios... são os "Filhos da Vontade e do Yoga", nascidos antes da completa separação dos sexos, "amadurecidos nos ovos portadores de homens, produzidos pelo poder (Kryâsatki) dos Santos Sábios da primitiva Terceira raça" [lemurianos].
(BLAVATSKY. GLOSSÁRIO TEOSÓFICO, p 394, 303)

"Exotericamente, os Nagas são seres semidivinos com rostos humanos e caudas de serpente. 

Existiu, no entanto, uma raça de Nagas, que se diz não ter mais de mil indivíduos, nascidos, ou melhor, descendentes de Kadru [feminino, serpente de muitas cabeças GLOSSÁRIO, 273], esposa de Kazyapa [ou Kashyapa, sábio védico, um 'nascido de si mesmo, que surgiu do Tempo"... é o progenitor das serpentes, dos répteis, das aves... 

É considerado um dos Criadores. BLAVATSKY. GLOSSÁRIO TEOSÓFICO, p 290], com o propósito de povoar Patala, que é inegavelmente a América, como veremos... [ANTROPOGÊNESE. ONLINE, p 149]

"Alguns descendentes dos Nagas primordiais, as Serpentes da Sabedoria, povoaram a América quando seu continente surgiu durante os dias de florescimento da grande Atlântida... 

Caso contrário, de onde vêm as tradições e lendas — estas últimas sempre mais verdadeiras que a história, como diz Augustin Thierry (historiador francês, 1795-1856) — e até mesmo a identidade nos nomes de certos “curandeiros” e sacerdotes, que ainda existem no México hoje? 

Teremos que falar sobre os Nargals e os Nagals, e também sobre o Nagalismo, chamado de “adoração de demônios” pelos missionários". [ANTROPOGÊNESE. ONLINE, p 204]

Para os intérpretes da mitologia, os termos "dragão" e "serpente", são usados de modo simbólico significando a grande sabedoria, o conhecimento avançado deste povo extinto cujas maravilhosas invenções foram entendidas como "magia". 

DESPROVIDOS DE MENTE


LINHAGEM LEMURIANA
O vídeo mostra: A primeira, talvez única, coleção de imagens da misteriosa "raça lemuriana de Blavatsky": ovíparos, sem ossos, sem mente, monstruosos, ciclopes, assexuados, andróginos, hermafroditas, quimeras, gigantes heterossexuais.

Esta é a Terceira Raça da Humanidade. Um mundo que termina em fogo, terremotos, rios de lava e, finalmente, é engolido por ondas colossais. Seus remanescentes: as quimeras. O povo Nâga, a raça serpente, que vive nos subterrâneos da terra. Como eram os lemurianos? Blavatsky e eu escrevemos descrições. IAs as trazem à visão.

Segundo A Doutrina Secreta de H.P. Blavatsky, os lemurianos foram os "homens da terceira raça", gigantes e hermafroditas, mentalmente pouco desenvolvidos (e, por isso, também chamados "SEM-MENTE") e espiritualmente puros até a metade de seu ciclo de existência, quando seus descendentes começaram a nascer heterossexuais, machos e fêmeas.

"A Terceira Raça [lemurianos] ...se separou em três ramos distintos compostos de homens procriados de maneiras diversas. Os dois primeiros ramos foram produzidos mediante o processo ovíparo...

Duas "...das primeiras sub-raças da Terceira Humanidade prociavam suas espécies por exsudação de suco ou fluido vital cujas gotas, [densificando-se externamente], formavam um ovóide ... que [abrigava e protegia]... a criatura ali gerada" (ANTROPOGENESE p 148). Estes, eram seres assexuados. 

Uma terceira sub-raça desse período começou a dar origem a indivíduos andróginos... a Humanidade, a hermafrodita ou bissexual e, finalmente, o Ovo humano começou a dar nascimento, de modo gradual e quase imperceptível em seu processo evolutivo, a seres nos quais predominava um dos dois sexos e, por último, a homens e mulheres diferenciados.

Este foi o primeiro passo para um tipo de reprodução que iria se desenvolver dali por diante: a reprodução sexuada. Os modos anteriores foram a EXUDAÇÃO e o BROTAMENTO. Este episódio é compreendido pelos ocultistas como a verdadeira "queda"; queda do ser humano na matéria.

Atlantes e Lemurianos foram contemporâneos somente por um tempo da história. Foi um período de transição. Os Atlantes, homens da quarta raça, também foram gigantes, mais densos e bem definidos fisicamente, mais conscientes, mentalmente e espiritualmente.

Os Atlantes, sobreviveram aos Lemurianos, que foram extintos com seus territórios, engolidos por uma catástrofe geológica que envolveu terremotos e erupções vulcânicas. 

Na época da extinção dos lemurianos, a Atlântida era uma civilização florescente mas, ao fim do seu ciclo, o fim foi o mesmo. 

O que restou de ambos os povos está perdido, soterrado por camadas de solo multimilenares ou submerso, sob as águas do Atlântico e do Pacífico.

FONTES
BLAVATSKY H.P.  A doutrina secreta, VOL III. ANTROPOGÊNESE.
[Trad. Raymundo Mendes Sobral]. São Paulo: Pensamento, 2008
ONLINE
BLAVATSKY H.P. A doutrina secreta, VOL III. ANTROPOGÊNESE.
https://ia902806.us.archive.org/33/items/blavatsky-helena-la-doctrina-secreta/Blavatsky%2C%20Helena%20-%20La%20Doctrina%20Secreta%20Tomo%203.pdf (acessado em Jan 256, 2026)
BLAVATSKY, H.P.. GLOSSÁRIO TEOSÓFICO.
[Trad. Silvia Sarzana] São Paulo: Ground, 1995
LEMURIA
https://web.archive.org/web/20180818042200/http://www.crystalinks.com/lemuria.html
https://web.archive.org/web/20020815164108/http://www.dominiosfantasticos.hpg.ig.com.br/id128.htm
"Tales of Atlantis: Cataclysm!" (Sub-Mariner #63, julho de 1973, página 6, painel 3).
Steve Gerber (script), Howard Chaykin (pencils/layouts), and Joe Sinnott (inks).
http://www.marvunapp.com/Appendix2/greatcataclysm.htm
MU
https://en.wikipedia.org/wiki/Mu_(mythical_lost_continent)