quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

🌋🌋🌋 LEMÚRIA 2: O CONTINENTE DA TERCEIRA RAÇA

Os Lemurianos em sua sexta sub-raça, construíram com pedras e lava suas primeiras cidades rochosas. ...Os restos mais antigos das construções ciclópicas foram todos obras das últimas subraças lemurianas (ANTROPOGÊNESE, p 355)

IMAGEM ACIMA: O Yonaguni Monument, uma pirâmide zigurate e outras estruturas submarinas no mar que banha a ilha de Yonaguni-Jima - no Japão, são um mistério e uma controvérsia. 

Alguns estudiosos acreditam que as ruínas podem ser atlantes; outros, recuando mais ainda no tempo, identificam-nas com o continente perdido da Lemúria e sua enigmática Humanidade, os Lemurianos ou, segundo os teósofos, a 3ª Raça Humana. 

Para os acadêmicos tradicionais, a questão sobre tais ruínas resume-se a duas hípoteses: ou são obra obra do engenho humano comum, de uma história remota ou são meras formações naturais que podem ou não ter sido utilizadas como instalalações utilitárias. 

Os ocultistas da teosofia têm uma visão diferente: boa parte desse tipo de ruínas teriam sido edificadas pelos lemurianos, os homens da terceira Raça Humana cujo porte físico gigantesco, tornava fácil trabalhar enormes formações rochosas e massas de lava vulcânica para construir suas moradas, templos e espaços públicos.

Lemúria e Atlântida são dois mistérios geo-histórico-antropológicos. Jamais a ciência oficial encontrou uma evidência inquestionável da existência desses dois continentes porém, a tradição de muitas culturas (maias, egípcios, polinésios etc.) se repete em referências a uma fantástica civilização que existiu muito antes dos antigos povos conhecidos terem começado a escrever sua história.

Em meio à escassez de informação documentada esse passado tão remoto, Lemúria e Atlântida, não raro, são confundidas, como se fossem uma só nação ou como se as duas civilizações tivessem sido parte de um mesmo período geológico.

Entretanto, para os estudiosos ocultistas não há confusão. Os teósofos, especialmente, distinguem com clareza lemurianos e atlantes como duas raças humanas que se sucederam no processo de evolução da espécie humana. 

Ambos foram fisicamente diferentes do sapiens atual: ambas, foram raças de gigantes em estatura e detentoras de um conhecimento científico e habilidades psíquicas tão ou mais avançados que a humanidade atual.

LEMÚRIA NA WIKIPEDIA

Lemúria é o nome de uma suposta terra desaparecida, de localização incerta, entre os oceanos Índico e Pacífico

As ciências - história, geologia, arqueologia etc., não reconhecem sua existência mas a Lemúria é amplamente aceita entre os estudiosos ocultistas e povos como o Tamil, da Índia. 

O "continente perdido" teria sido engolido pelo mar em um cataclismo geológico. 

A Lemúria não é o único continente submerso da "história não-oficial" da Terra. Também a terra da Atlântida teria sido engolida pelo oceano. [Porém, há controvérsias sobre o tipo de catástrofe que liquidou o período lemuriano.]

A palavra "Lemúria" foi cunhada em 1864 pelo geólogo Philip Sclater no artigo The mammals of Madagascar, publicado no The Quarterly Journal of Science

Intrigado com a presença de fósseis de lêmures em Madagascar e na Índia, mas não na África nem no Oriente Médio, Sclater supôs que Madagascar e Índia fossem a parte que sobrou de um extenso continente submerso ao qual denominou "Lemúria" por causa dos seus característicos lêmures. [Atualmente, os lêmures, mamíferos semelhantes aos macacos, somente são encontrados em Madagascar e ilhas adjacentes.]

Sobreviventes da Lemúria:

Em 1894, Frederick Spencer Oliver publicou A Dweller on Two Planets, escrito no qual afirma que sobreviventes da Lemúria viviam no Monte Shasta, a norte da Califórnia. 

Habitariam um complexo de túneis dentro da montanha e, ocasionalmente poderiam ser vistos em suas visitas à superfície (vestidos com túnicas brancas).

Em 1930, Guy Warren Ballard fundou a I AM Fundation, uma sociedade que pretendia seguir os Mestres Ascendentes da Grande Irmandade Branca. Atualmente, muitos grupos mais ou menos tradicionais reivindicam a originalidade de seus mestres ascencionados como: Bridge to Freedom (Ponte da Liberdade), Summit Lighthouse, Church Universal and Triumphant, Temple of The Presence e Hearts Center.

LEMURIA. WIKIPEDIA english 
https://en.wikipedia.org/wiki/Lemuria

CATÁSTROFES: 
DILÚVIOS, TERREMOTOS, TSUNAMIS
A referência a "continentes perdidos" e grandes catástrofes planetárias é um dado presente nas tradições de muitos povos antigos.

O Gênesis da Bíblia judaico-cristã, mesmo em linhas gerais, descreve um passado cósmico e geológico repleto de notáveis movimentos transformadores da face da Terra; o "Dilúvio" é o mais chamativo destes fenômenos mas a própria criação "em sete dias" se afigura como um processo complexo e longo de formação do ecossistema atual, processo chamado terraforming (earthforming).

Os "Dilúvios" aparecem ainda entre os Sumérios e a epopéia Gilgamesh, da mitologia sumeriana, é considerada como fonte de onde deriva o texto do Gênesis hebreu.

Também na Bíblia há personagens que contradizem a interpretação simplista de uma antropogênese que começa em um "Adão indivíduo".

Os anjos e os gigantes são alguns desses personagens intrigantes; indicam que devem ter existido tipos diferentes humanóides antes do homem tal como é bioquímicamente configurado hoje.

Na tradição Maia também aparecem reminiscências que se referem a um continente no Pacífico, destruído por atividade vulcânica. Esta mesma lenda consta dos textos sâncritos chamados Rutas. 

A literatura Tamil* fala de um reino mítico chamado Kumari Kandam, comparável à Lemúria, que submergiu. Ali ficava a cidade de Puhar. Dali eram originários os Drávidas, povo do sul da Índia.

O estudo de diferentes tradições e registros antigos, mostra não somente uma catástrofe, seja global, seja local, ainda que tenha alcançado a totalidade de um território continental. 

Mas, muito além do Dilúvio "de Noé!", encontramos nessas fontes, mais de uma ocasião, mais de um evento geofísico, como o vulcanismo, os terremotos, e tsunamis decorrentes, que poderiam ter destruído o núcleo da humanidade lemuriana ao tempo em que modificou a distribuição de terras emersas no planeta: continentes e ilhas, montanhas e cursos d'água deslocados.

*TAMIL: Grupo étnico que vive no sul da Índia e no Sri Lanka que possui registros históricos de mais de dois mil anos. A "identidade Tamil" é essencialmente linguística pois falam a "primeira linguagem" desde tempos imemoriais: o idioma tamil. São relacionados aos drávidas.

LEMURIANOS REPTILIANOS: OS NÂGAS
Em outra tradição, que aqui denominamos, a hipótese do hibridismo reptiliano, a Lemúria, um continente submerso no Pacífico, foi o berço de uma raça de criaturas híbridas, répteis-humanos, os nâgas ou dracons. 

É uma crença presente na cultura do Camboja, Austrália, Índia, povos pré-colombianos etc.. Esta foi uma raça que "pecou" pelo uso da magia negra. #FAFO

"Na Doutrina Secreta, os primeiros Nâgas são seres... sábios... são os "Filhos da Vontade e do Yoga", nascidos antes da completa separação dos sexos, "amadurecidos nos ovos portadores de homens, produzidos pelo poder (Kryâsatki) dos Santos Sábios da primitiva Terceira raça" [lemurianos].
(BLAVATSKY. GLOSSÁRIO TEOSÓFICO, p 394, 303)

"Exotericamente, os Nagas são seres semidivinos com rostos humanos e caudas de serpente. 

Existiu, no entanto, uma raça de Nagas, que se diz não ter mais de mil indivíduos, nascidos, ou melhor, descendentes de Kadru [feminino, serpente de muitas cabeças GLOSSÁRIO, 273], esposa de Kazyapa [ou Kashyapa, sábio védico, um 'nascido de si mesmo, que surgiu do Tempo"... é o progenitor das serpentes, dos répteis, das aves... 

É considerado um dos Criadores. BLAVATSKY. GLOSSÁRIO TEOSÓFICO, p 290], com o propósito de povoar Patala, que é inegavelmente a América, como veremos... [ANTROPOGÊNESE. ONLINE, p 149]

"Alguns descendentes dos Nagas primordiais, as Serpentes da Sabedoria, povoaram a América quando seu continente surgiu durante os dias de florescimento da grande Atlântida... 

Caso contrário, de onde vêm as tradições e lendas — estas últimas sempre mais verdadeiras que a história, como diz Augustin Thierry (historiador francês, 1795-1856) — e até mesmo a identidade nos nomes de certos “curandeiros” e sacerdotes, que ainda existem no México hoje? 

Teremos que falar sobre os Nargals e os Nagals, e também sobre o Nagalismo, chamado de “adoração de demônios” pelos missionários". [ANTROPOGÊNESE. ONLINE, p 204]

Para os intérpretes da mitologia, os termos "dragão" e "serpente", são usados de modo simbólico significando a grande sabedoria, o conhecimento avançado deste povo extinto cujas maravilhosas invenções foram entendidas como "magia". 

DESPROVIDOS DE MENTE


LINHAGEM LEMURIANA
O vídeo mostra: A primeira, talvez única, coleção de imagens da misteriosa "raça lemuriana de Blavatsky": ovíparos, sem ossos, sem mente, monstruosos, ciclopes, assexuados, andróginos, hermafroditas, quimeras, gigantes heterossexuais.

Esta é a Terceira Raça da Humanidade. Um mundo que termina em fogo, terremotos, rios de lava e, finalmente, é engolido por ondas colossais. Seus remanescentes: as quimeras. O povo Nâga, a raça serpente, que vive nos subterrâneos da terra. Como eram os lemurianos? Blavatsky e eu escrevemos descrições. IAs as trazem à visão.

Segundo A Doutrina Secreta de H.P. Blavatsky, os lemurianos foram os "homens da terceira raça", gigantes e hermafroditas, mentalmente pouco desenvolvidos (e, por isso, também chamados "SEM-MENTE") e espiritualmente puros até a metade de seu ciclo de existência, quando seus descendentes começaram a nascer heterossexuais, machos e fêmeas.

"A Terceira Raça [lemurianos] ...se separou em três ramos distintos compostos de homens procriados de maneiras diversas. Os dois primeiros ramos foram produzidos mediante o processo ovíparo...

Duas "...das primeiras sub-raças da Terceira Humanidade prociavam suas espécies por exsudação de suco ou fluido vital cujas gotas, [densificando-se externamente], formavam um ovóide ... que [abrigava e protegia]... a criatura ali gerada" (ANTROPOGENESE p 148). Estes, eram seres assexuados. 

Uma terceira sub-raça desse período começou a dar origem a indivíduos andróginos... a Humanidade, a hermafrodita ou bissexual e, finalmente, o Ovo humano começou a dar nascimento, de modo gradual e quase imperceptível em seu processo evolutivo, a seres nos quais predominava um dos dois sexos e, por último, a homens e mulheres diferenciados.

Este foi o primeiro passo para um tipo de reprodução que iria se desenvolver dali por diante: a reprodução sexuada. Os modos anteriores foram a EXUDAÇÃO e o BROTAMENTO. Este episódio é compreendido pelos ocultistas como a verdadeira "queda"; queda do ser humano na matéria.

Atlantes e Lemurianos foram contemporâneos somente por um tempo da história. Foi um período de transição. Os Atlantes, homens da quarta raça, também foram gigantes, mais densos e bem definidos fisicamente, mais conscientes, mentalmente e espiritualmente.

Os Atlantes, sobreviveram aos Lemurianos, que foram extintos com seus territórios, engolidos por uma catástrofe geológica que envolveu terremotos e erupções vulcânicas. 

Na época da extinção dos lemurianos, a Atlântida era uma civilização florescente mas, ao fim do seu ciclo, o fim foi o mesmo. 

O que restou de ambos os povos está perdido, soterrado por camadas de solo multimilenares ou submerso, sob as águas do Atlântico e do Pacífico.

FONTES
BLAVATSKY H.P.  A doutrina secreta, VOL III. ANTROPOGÊNESE.
[Trad. Raymundo Mendes Sobral]. São Paulo: Pensamento, 2008
ONLINE
BLAVATSKY H.P. A doutrina secreta, VOL III. ANTROPOGÊNESE.
https://ia902806.us.archive.org/33/items/blavatsky-helena-la-doctrina-secreta/Blavatsky%2C%20Helena%20-%20La%20Doctrina%20Secreta%20Tomo%203.pdf (acessado em Jan 256, 2026)
BLAVATSKY, H.P.. GLOSSÁRIO TEOSÓFICO.
[Trad. Silvia Sarzana] São Paulo: Ground, 1995
LEMURIA
https://web.archive.org/web/20180818042200/http://www.crystalinks.com/lemuria.html
https://web.archive.org/web/20020815164108/http://www.dominiosfantasticos.hpg.ig.com.br/id128.htm
"Tales of Atlantis: Cataclysm!" (Sub-Mariner #63, julho de 1973, página 6, painel 3).
Steve Gerber (script), Howard Chaykin (pencils/layouts), and Joe Sinnott (inks).
http://www.marvunapp.com/Appendix2/greatcataclysm.htm
MU
https://en.wikipedia.org/wiki/Mu_(mythical_lost_continent)

domingo, 25 de janeiro de 2026

🌊🌊🌊 AS RUÍNAS DE SUBMERSAS DE YONAGUNI

por Ligia Cabus, 2007
Equipe do dr. Masaaki Kimura, da Universidade de Ryûkyû, exploram o sítio arqueológico submarino. Escadarias, rampas, terraços, entalhes na rocha e outros indícios da "mão humana", como ferramentas. Yonaguni pode ser o mais antigo consjunto arquitetônico da história.
A Okinawan Rosseta stone, com símbolos que foram encontrados gravados nas pedras das ruínas submersas. A Okinawa Roseta é um achado arqueológico de Okinawa.

No arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa - Japão, as águas em torno da ilha de Yonaguni escondem um conjunto de misteriosas ruínas megalíticas. 

O território, de 28,88 km² e uma população de pouco mais de mil e setecentas pessoas, atraiu a atenção de historiadores, arqueólogos e outros cientistas quando, em 1985, o mergulhador Kihachiro Aratake, descobriu as magníficas estruturas de pedra submersas nas águas que circundam a ilha.

Quando fotos do lugar foram divulgadas, imediatamente começou a polêmica sobre a origem dos terraços e escadarias. 

Estudiosos negaram que as ruínas sejam construções feitas por mão humana. As formas geométricas, os ângulos muito certos, foram atribuídos a "agentes naturais".
 
Entretanto, outros pesquisadores afirmam que o fundo do mar de Yonaguni é o túmulo de uma próspera civilização possivelmente mais antiga que Suméria, Egito, Índia ou China.
Masaaki Kimura, professor da Universidade de Ryûkyû, PHD em geologia marinha e o geólogo Robert M. Schoch, final dos anos de 1990.

Em 1997, dr. Masaaki Kimura, professor da Universidade de Ryûkyû, PHD em geologia marinha, publicou A Continent Lost In The Pacific Ocean, onde defende a teoria da civilização submersa; no mesmo ano, uma equipe da universidade empreendeu estudos no sítio arqueológico.

Naquele ano (1997) o geólogo Robert M. Schoch mergulhou várias vezes para examinar as ruínas. Em 1999, ele comentou: 

"Também devemos considerar a possibilidade de que o Monumento Yonaguni seja fundamentalmente uma estrutura natural que foi utilizada, aprimorada e modificada pelos humanos em tempos antigos".

Em 04 de maio de 1998, partes da ilha e das ruínas foram sacudidas por um terremoto. Depois do abalo, foram realizadas filmagens submarinas. 

Constatou-se que haviam surgido novas estruturas de forma similar aos zigurates da Mesopotâmia. Estes seriam, então, os edifícios mais antigos do mundo. Foram encontradas marcas nas pedras que evidenciam o trabalho feito nelas, inclusive entalhes. 

Também foram achadas ferramentas e uma pequena escadaria. A hipótese de formação natural em Yonaguni tornou-se, então, pouco plausível.

O ENIGMA DA CABEÇA DE PEDRA


Submersa, 18 metros abaixo da superfície, surge uma cabeça megalítica, um rosto de pedra gasto pela erosão das águas que faz lembrar as cabeças de pedra de outros lugares antigos: Moais, no Pacífico; La Venta, Golfo do México.
O que torna o Monumento Yonaguni especialmente controverso é sua suposta antiguidade. 

Enquanto as pirâmides do Egito datam de cerca de 4.500 anos e Stonehenge de cerca de 5.000, estimativas para o sítio de Yonaguni remontam a até 10.000 anos. 

Se verificado, isso o colocaria no mesmo quadro arqueológico do Göbekli Tepe da Turquia, um dos primeiros exemplos conhecidos de arquitetura monumental.

Ao menos, há 6 mil anos, as ruínas eram terras emersas, ligadas ao continente. É possível que a elevação do nível dos mares ao longo de eras fez submergir territórios como os da costa de Yonaguni. 


Há especulações sobre a "identidade" da civilização sepultada naquelas águas. Muitos falam em Atlântida mas, se parte de uma "civilização perdida" repousa no leito daquele mar, então o mais certo é que, devido a sua localização, seja a Lemúria ou Mu, ainda mais antiga, chamada pelos esotéricos de civilização da Terceira Raça.

* Texto revisto e atualizado. 
Publicação original: Lyigia Cabus, 2007

SOURCES
JOHNSTON, Eric. Is the lost continent of Mu in Okinawa?
JAPAN TIME, July 19, 2000
https://web.archive.org/web/20050225091430/http://www.japantimes.co.jp/cgi-bin/getarticle.pl5?nn20000719b4.htm
MORIEN INSTITUTE
The mysterious underwater pyramid structure at Yonaguni
https://web.archive.org/web/20070304130642/http://www.morien-institute.org/yonaguni.html
FIRST EDITION, Feb 2, 2002
https://web.archive.org/web/20070302135333/http://www.sofadasala.com/noticia/yonaguni00.htm

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

🌊🌊🌊 LEMÚRIA: DILÚVIOS, TERREMOTOS E UM MUNDO PERDIDO

por Ernesto Ribeiro e Lygia Cabus

Mapa com suposta localização da Lemúria e Atlântida

No meio de investigações sobre Culturas e Sociedades são frequentes os registros de civilizações antigas (algumas pré-Históricas) avançadíssimas, que construíram pirâmides e artefatos científicos aparentemente elétricos e teriam até contatos com discos voadores.

O testemunho destes contatos poderia ser visto hoje nos numerosos monumentos inexplicáveis encontrados em todo o mundo, como em Portugal, onde quatro menires sustentando um disco mostram uma disposição perfeita para dar a impressão de estar voando. 

Estes círculos de pedra, dos quais o mais famoso é o de Stonehenge (Inglaterra), possuem uma arquitetura e engenharia invariavelmente condicionada a uma relação com o mapa celeste do local.

A Lemúria (também chamada continente MU) é citada no prefácio do Livro da Epopéia de Gilgamesh, a narrativa mais antiga da História Ocidental. 

Escrito cerca de 5 mil e 500 anos pelos sumérios, a primeira civilização [ocidental], conhecida a inventar a escrita, o Gilgamesh faz referências a um Grande Dilúvio remontando 10 mil anos atrás, no final da última Era do Gelo que alcançou todo o planeta. 

Neste evento, teria perecido o que restava de uma humanidade lemuriana. Dizem as lendas que os sumérios foram os últimos descendentes da Lemúria. 

Aqueles, "a terceira raça", os lemurianos, eram uma espécie de humanos completamente diferente dos atuais homo sapiens e diferente da suposta sequência evolutiva darwiniana dos tipos humanos (como Pitecantropus, Neanderthal etc.).

É provável que os mediterrâneos [como os gregos] tenham confundido a Lemúria com a Atlântida, pois o Oceano Pacífico não fazia parte do mundo conhecido deles; o Pacífico fica do outro lado da Terra, enquanto o Atlântico fica logo ali. 

Platão, um dos mais conhecidos filósofos do ocidente que fala da Atlântida, teria associado o continente perdido à destruição da avançadíssima sociedade matriarcal Minóica na Ilha de Creta, devastada por um vulcão e um maremoto. Essa, portanto, teria sido uma catástrofe local, não mundial.


IMAGE: Roteiro/Script: Steve Gerber 
(às vezes creditado como Stephen Ross Gerber)
Plot e Desenhos (Pencils/Layouts): Howard Chaykin
Arte-final (Inks): Joe Sinnott
Letras (Letters): John Costanza
Editor: Roy Thomas
Publicação: Marvel Comics, 
Sub-Mariner vol. 1 #63 (julho de 1973) IN

Alguns dizem que a catástrofe da Lemúria foi planetária. Teria corrido há 9 mil anos, decorrente do maior choque da História entre placas tectônicas, que romperam a base da grande ilha ou continente que dominava a geografia de terras emersas naquela época. É possível que ninguém tenha sobrevivido.


Em seu auge, os lemurianos teriam se expandido em colônias e feito contato com outras culturas em todo o mundo. É possível que tenham coexistido com outra raça emergente bem como, com espécimes geneticamente degenerados: quimeras. 

A lenda diz que os lemurianos eram super-humanos com 3 metros de altura [gigantes]. Alguns eram alados: "homens-pássaros". Foram amaldiçoados pelos deuses porque "sabiam demais". 

A Lemúria é um "mundo perdido". Não poderia ser de outra forma sendo uma Humanidade tão antiga. O tempo apaga tudo, borrando lentamente a precisão das "histórias".

Seja qual for a "civilização, parece que sua existência está submetida a um ciclo inevitável, rumo a sua própria extinção, segundo concepções tão diversas quanto as de Darwin e as dos teósofos: todas as Humanidades, e estamos na quinta de um ciclo de sete (segundo teósofos), são destruídas por Hybris, em grego: o pecado da ambição de ser divino. 

Existe um tipo de descompasso, uma assincronia fatal entre entre os processos evolutivos que contemplam as inclinações da matéria em prejuízo a uma evolução que alcance, igualmente, o espírito. 

O resultado é poder bruto em excesso em mãos de criaturas espiritualmente fracas, escravas de desejos puramente carnais. 

A consequência é sempre a mesma: nos mitos e na história recente: decadência, abuso, perversão, corrupção, bestialidade, barbárie, desequilíbrio, colapso, queda.

FONTES
BLAVATSKY, H.P.. A doutrina secreta, vol. III.
Antropogênese. Pensamento: São Paulo, 2006
https://web.archive.org/web/20180818042200/http://www.crystalinks.com/lemuria.html
https://web.archive.org/web/20180818042200/http://www.dominiosfantasticos.hpg.ig.com.br/id128.htm
http://www.marvunapp.com/Appendix2/greatcataclysm.htm

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

🙊🙈🙉 O BABUÍNO DE MADAME BLAVATSKY: ANTROPOGÊNESE TEOSÓFICA

VOCÊ SABIA?
MADAME BLAVATSKY REJEITOU
https://realidadefantastica.substack.com/p/antropogenese?s=w



https://realidadefantastica.substack.com/p/antropogenese?s=w

Em sua obra A Doutrina secreta, Helena Petrovna Blavatsky", chamada Madame Blavatsky, fundadora da Teosofia, uma linha abrangente e original de pensamento sobre a origem do universo e Humanidade, rejeitava a teoria da Evolução de Charles Darwin.

Um dos manifestos dessa rejeição é um objeto histórico: o babuíno empalhado de Madame Blavatsky, uma crítica satírica e um emblema do seu antagonismo ao evolucionismo darwinista, materialista.

Blavatsky, fundadora da Sociedade Teosófica, mantinha o babuíno em seu apartamento em Nova York na década de 1870, com uma aparência peculiar: ele usava colarinho, casaca, óculos e segurava debaixo do braço uma de livro A Origem das Espécies, de Charles Darwin.
O babuíno de Madame Blavatsky ridicularizava a ciência materialista: para Blavatsky e seus seguidores, o babuíno representava a "loucura da Ciência" em oposição à "Sabedoria da Religião" (ou Sabedoria Antiga).

Era uma piada visual, que zombava da ideia de que a humanidade descendia dos macacos unicamente por processos físicos e mecânicos.

Em Antropogênese, Blavatsky reconhece a evolução física até certo ponto mas, argumenta que a verdadeira evolução humana é um processo triplo — espiritual, mental e físico — e que o homem (ou "Mônada divina") é, na verdade, anterior aos grandes macacos e deu origem a algumas espécies de antropoides.
Ou seja, a teosofia é um sistema de entendimento da realidade no qual o homem dá origem ao macaco em uma época remota. Porém, não se trata do 'homo sapiens atual mas, o homem de uma humanidade, hoje, extinta. Mais especificamente, a terceira Raça Humana, os Lemurianos.


FONTE
BLAVATSKY, Helena Petrovna. 
A Doutrina secreta, vol III.
Antropogênese.
São Paulo: Pensamento, 2006

sábado, 27 de dezembro de 2025

🐴 🔥 2026. O ANO DO CAVALO VERMELHO: EM CHAMAS


O Dia de Ano Novo Lunar cairá em 17 de fevereiro, marcando o fim do Ano da Cobra de Madeira, considerado um ano de subjugação das massas e o início do Ano do Cavalo de Fogo, um agente de força bruta que acelera os acontecimentos e expõe  as ambições desenfreadas em todos os espectros da vida pública. 

Essa combinação específica ocorre apenas uma vez a cada 60 anos e é caracterizada por uma energia intensa, dinâmica e transformadora.

Diferente do horóscopo ocidental (baseado nos meses), o chinês é baseado em anos. Existem 12 animais (Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Cabra, Macaco, Galo, Cão e Porco) que se combinam com 5 elementos (Madeira, Fogo, Terra, Metal e Água).

Uma combinação específica, como o Cavalo de Fogo, só acontece a cada 60 anos. A última vez foi em 1966 e a próxima, é agora: 2026.

A última vez que o Cavalo de Fogo governou o mundo foi em 1966.  

Naquele ano ocorreram os seguintes fatos marcantes na história da civilização:

O auge da Revolução Cultural Chinesa (uma purgação interna violenta).

A escalada dramática da Guerra do Vietnã.

O início das rupturas sociais que culminariam em 1968.

Os Beatles lançaram o álbum Revolver, a Guiana e o Botsuana conquistaram a independência.

Em 1966, ocorreram eventos políticos importantes no Brasil, como a promulgação do Ato Institucional nº 4 (AI-4), que convocou o Congresso para discutir nova Constituição, e a eleição indireta de Costa e Silva como presidente. Naquele ano foi criado o FGTS.

O Cavalo de Fogo não aceita o status quo. Ele rompe as cercas. Em 2026, pode-se esperar que as instituições que suportaram inúmeras pressões populares, em 2024 e 2025, finalmente cedam ou se transformem radicalmente.

HÁ 120 ANOS ATRÁS: EM 1906
Os fatos mais destacados no mundo em 1906 foram:  

Desastres Naturais e Industriais


Terremoto e Incêndio em São Francisco: Em 18 de abril, um grande terremoto (magnitude estimada em 7.8 a 7.9) atingiu a costa da Califórnia, seguido por incêndios incontroláveis que devastaram mais de 80% da cidade. 

Estima-se que mais de 3.000 pessoas morreram e 250.000 ficaram desabrigadas, tornando-o um dos desastres naturais mais mortais da história dos EUA.

Desastre na Mina de Courrières: Em 10 de março, uma explosão de gás numa mina de carvão em Courrières, na França, matou mais de 1.000 mineiros, sendo uma das piores tragédias industriais da Europa.

Terremoto de Valparaíso: Em 16 de agosto, um forte terremoto e um incêndio subsequente destruíram grande parte de Valparaíso, no Chile, matando milhares de pessoas.

Tufão de Hong Kong: Em 18 de setembro, um tufão atingiu Hong Kong, causando uma grande perda de vidas. 

Política e Legislação

Sufrágio Feminino na Finlândia: O país tornou-se a primeira nação europeia a conceder o direito de voto pleno às mulheres e o direito de se candidatarem.

Pure Food and Drug Act e Meat Inspection Act (EUA): Em 30 de junho, o Congresso dos EUA aprovou estas leis federais que estabeleceram padrões de segurança e rotulagem para alimentos e medicamentos. 

Essa legislação foi apresentada como um marco na proteção ao consumidor mas, hoje, constata-se que, o resultado prático, foi o controle governamental sobre a produção e distribuição de alimentos no modelo atual.

Conferência de Algeciras: Realizada entre janeiro e abril, a conferência resolveu a Primeira Crise do Marrocos, na qual potências europeias (França, Espanha, Alemanha, Reino Unido, etc.) discutiram o controle do Marrocos, prevenindo um conflito maior na época.

Revolução Constitucional Persa: Uma coalizão nacionalista forçou o Xá a conceder uma constituição e estabelecer uma assembleia nacional (Majlis) no Irã.

Rebelião de Bambatha: Na colônia britânica de Natal (atual África do Sul), a resistência Zulu contra as forças coloniais foi brutalmente reprimida.

Reforma na Rússia: A primeira Duma (parlamento democraticamente eleito) foi aberta em maio, mas logo dissolvida pelo Czar Nicolau II, que reprimiu a dissidência. 

Ciência e Tecnologia

Lançamento do HMS Dreadnought: A Marinha Real Britânica lançou este navio de guerra revolucionário em fevereiro, que, com seu design "all-big-gun" e propulsão a turbina, tornou todos os outros navios de guerra obsoletos, intensificando a corrida naval com a Alemanha.

Primeira transmissão de rádio conhecida: Reginald Fessenden fez a primeira transmissão de rádio conhecida nos EUA em 24 de dezembro, incluindo música de Natal e uma leitura da Bíblia.

Telegrafia de Imagens: Em 17 de outubro, foi enviada a primeira fotografia via telégrafo.

Voo do 14-Bis: Em 23 de outubro, o brasileiro Alberto Santos-Dumont realizou em Paris o primeiro voo homologado de um aparelho mais pesado que o ar, percorrendo 60 metros.

Primeira Transmissão de Rádio: Reginald Fessenden realizou a primeira transmissão de áudio (música e voz) via rádio na véspera de Natal, nos Estados Unidos.

NO BRASIL

Congresso Operário Brasileiro: Em abril, ocorreu a sessão final do 1º Congresso Operário, um marco na organização dos trabalhadores no país.

Convênio de Taubaté: Acordo entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais para a valorização do café através da compra de excedentes pelo governo.