quarta-feira, 14 de março de 2012

O Estranho Fenômeno no Céu de Cachi



ARGENTINA. Não é nada, mas é belo. Em Cachi, departamento (cidade) da província de Salta - Argentina, no fim de samana (no domingo - 11 março, 2012) no começo de uma novena dedicada a São José - patrono do lugar, um fenômeno, se não estranho, certamente, incomum - manifestou-se no céu daquela localidade. Assemelhava-se a um arco-íris; cores bem definidas porém, sem a curvatura característica, espalhava-se disperso, horizontalmente no firmamento.

Centenas de turistas retrataram a ocorrência e testemunhas disseram que a faixa de colorida oscilava. Alguns compararam a visão com uma aurora boreal. Naquele dia e nos dias anteriores, não choveu na região. O céu estava claro.

FONTE: Extraño fenómeno en el cielo de Cachi.
El Tribuno/Argentina, publicado em 113/03/22012
[http://www.eltribuno.info/salta/137293-Extrano-fenomeno-en-el-cielo-de-Cachi.note.aspx?origen=metarefresh]


A misteriosa civilização da amazônia peruana (mais informações)



Segundo o arqueólogo Quirino Olivera Núñez:Essa civilização
dominou o conhecimento da geometria, desenvolveu tecnologias
e uma organização social elaborada o suficientes para coordenar
trabalhos públicos coletivos. Veja + fotos no website RPP/Peru.


AMAZÔNIA PERUANA. Durante mais de dois séculos de ciência arqueológica, a existência de algum tipo de civilização avançada - não-neolítica - na região Amazônica foi ignorada e, até mesmo, refutada. Porém, a recente descoberta de um sitio arqueológico com características únicas na selva peruana obriga os estudiosos a reverem completamente aidéia de floresta que tenha sido sempre virgens e habitada somente por tribos primitivas incapazes de qualquer obra mais elaborada.

Há algum tempo, áreas desflorestadas da região norte da América Latina, em especial, no estado brasileiro do Acre, começaram a revelar formações geométricas traçadas nosolo: os geoglifos. Mas isso não era suficiente para avançar na descoberta da verdade. Recentemente, um passo adiante e definitivo modifica completamente a idéia da selva intocada.

Arqueólogos encontraram a estrutura de um templo de tem 3,200 anos de idade cuja configuração demonstra que ali viveram pessoas que detinham conhecimentos muito além do que foi constatado entre os indígenas primitivos, simples coletores e caçadores.


O sitio arqueológico é amplo, incluindo quatro províncias da região Amazônica: Bagua, Utcubamba, San Inacio e Jaen e extende-se no terrítório de dois países, Peru e Equador. O projeto, portanto, binacional e foi autorizado pela Diração Geral do Patrimônio Cultural.

O templo possui colunas distantes entre si a uma distância precisa de 1,40 metro. Significa conhecimento matemático, de medidas de espaço e a prática de um trabalho coletivo. A construção é feita de alvenaria antiga composta de barro e palha, como muitas das construções da Antiguidade encontradas no Oriente Médio e Mesopotâmia, por exemplo. O edifício é decorado com murais coloridos onde acham-se representadas figuras humanas e temas abstratos como combinações de linhas verticais e horizontais.



A arquitetura, classificada como monumental, mostra que seus construtores tinham, de fato, um significativo grau de avanço tecnológico. De acordo com o perquisador Quirino Olivera Núñez explicou que para edificar uma estrutura com tais dimensões e características, que inclui colunas de pedras - supõe-se, retiradas dos rios - seria necessário um esforço coletivo de grande porte orientado por mestres altamente especializados.


Essa constatação implica a existência de uma nação sedentária, que habitou a região por muitos anos. Além disso, o edifício que está sendo descoberto e investigado no momento caracteriza-se como um centro cerimonial, religioso - ou seja - são ruínas de um povo que conheceu a idéia de religião e adoração ritual de deuses. Uma cultura de modo mais complexa da que desenvolvido pelos nômades neolíticos amazônicos conhecidos até agora.

Quirino Olivera Núñez explica - ainda - que: Nas áreas próximas temos encontrado sepulturas. Esperamos descobrir o túmulo de algum grande personagem que possa ter sido um líder dessa [misteriosa] civilização. Enfim, a datação sugere que essa sociedade foi contemporânea às civilizações chamada de serra de Chavin e a litorânea, Caral.



FONTES: ROMERO, Edgar. Pinturas halladas en Bagua cambiarán concepto arqueológico en el Perú
RPP/Peru, publicado em 13/03/2012
[http://www.rpp.com.pe/2012-03-13-pinturas-halladas-en-bagua-cambiaran-concepto-arqueologico-en-el-peru-noticia_460843.html]


terça-feira, 13 de março de 2012

Templo & Pinturas de 3,200 Anos Descobertos na Amazonia Peruana




O arqueólogo Qurino Olivera


AMAZÔNIA PERUANA. Uma equipe de arqueólogos descobriu as primeiras pinturas murais na floresta amazônica em um templo cerimonial de 3.200 anos, localizado na cidade de Bagua, no departamento selva peruana do Amazonas. A notícia foi divulgada por numerosos de jornais de língua espanhola da América Latina.

Os pesquisadores consideraram o achado, localizado em uma região denominada de "Las Juntas", é o primeiro de seu tipo em toda a selva amazônica, não só no Peru. O arqueólogo Qurino Olivera, chefe da pesquisa, disse que esta é uma das descobertas mais importantes das últimas décadas.



Fonte desta imagem: INFO341 - Argentina

As pinturas estão gravados no interior e fora de um templo retangular de cerca de 40 metros quadrados. Até agora, os arqueólogos desenterraram um muro de 2,20 metros de largura e, ainda, encontraram várias colunas.

As cores predominantes são vermelho, branco, preto e amarelo. Segundo os especialistas, os murais são uma forte evidência de que - na Amazônia - existiu uma civilização que alcançou altos níveis de desenvolvimento tecnológico.

Apesar das chuvas torrenciais que ocorrem diariamente na área, os murais foram preservados porque eles permaneceram cobertos por uma camada impermeável de pedras e argila de 15 cm de espessura que protegiam as pinturas há milhares de anos, disseram os pesquisadores.

As escavações e estudos continuam na área com a autorização do Ministério da Cultura do Peru e do financiamento do Governo Regional do Amazonas.

FONTES
DESCUBREN PINTURAS MURALES DE 3.200 AÑOS EN LA SELVA DEL PERU.
Terra/Argentina, published in 12/03/2012
Hallan primeras pinturas murales de la selva amazónica peruana
La Razón, published in 12/03/2012
[http://www.razon.com.mx/spip.php?article114244]
DESCUBREN PINTURAS MURALES EN LA SELVA DEL PERÚ
INFO341/Ar, published in 13/03/2012
[http://www.info341.com.ar/ocio/nota.php?seccion=ocio&id=15795]


segunda-feira, 12 de março de 2012

FOXP2: O Gene Extraterrestre do Starchild



Reconstrução gráfica da aparência da criatura.


STARCHILD. Por essa expressão ficou conhecido o misterioso crânio encontrado no México em 1930 na região chamada Cooper Canyon por uma adolescente norte-americana que estava de férias, coma família, naquele país. O crânio, que estava abandonado no túnel de uma velha mina em meio a uma pilhade entulhos, não era uma peça isolada. Era um esqueleto completo que se desmantelou ao toque da garota. E havia outros.

Naquele dia ela resgatou somente dois crânios. Não houve tempo para recuperar o resto. Tudo foi disperso por uma forte chuva que invadiu a cavidade. Os dois objetos, tornaram-se apenas estranhas lembranças de uma viagem que permaneceram guardados em uma caixa. No começo dos anos de 1990, a descobridora, idosa, morreu.




As peças passaram - então, às mãos de Ray e Malanie Young, de El Paso - Texas, USA. Na época em que foi exposto ao público, o crânio atraíu imediatamente a atenção de curiosos e estudiosos.

O motivo é óbvio: o formato anormal, humanóide - sim - mas, não-humano. Durante mais de 8 décadas a dúvida permaneceu intocada. Humano ou não? Muitos começaram a afirmar que o crânio era uma prova da presença de extraterrestres no passado histórico do planeta.


Todavia, o aspecto bizarro do achado jamais foi suficiente para sustentar a idéia de que aquilo pertencesse a uma espécie de ser alienígena. Nos últimos treze anos o fóssil foi analisado minuciosamente. Durante todos esses anos os cientistas fugiram dessa hipóse com o argumento de que os caprichos da natureza são inimagináveis. O Starchild poderia ser, afinal - somente, resultado de uma anomalia genética porém humana.

Um Projeto de Pesquisa e um website foram criados especialmente para analisar o crânio e divulgar os resultados das análises. Entre 2009 e 2010, ficou estabelecido o hibridismo daquele ser: mãe humana, pai extraterrestre. Agora, a tecnologia de análise de DNA pôde oferecer uma resposta mais precisa.

Uma equipe de cientistas geneticistas que vinha trabalhando no projeto identificou o fragmento de um gene que foi nomeado FOXP2. A descoberta deste gene sustenta a hipótese de que o crânio pertence, de fato, a um ser alienígena. Um extraterrestre. O FOXP2 não pertence ao genoma humano. A aceitação desse fato pela comunidade científica poderá estabelecer o Starchild como uma das maiores descobertas desta Civilização.

É uma realidade desconcertante. Os padrões do DNA de cada espécie de ser vivo são rígidos e suas variações ocorrem somente dentro de determinados limites. A conclusão é definitiva: Starchild não é um ser humano. Não é um homo sapiens nem um ancestral de qualquer tipo conhecido. Agora, o Projeto segue adiante e o próximo passo será reconstituição completa do misterioso genoma que não pertence a nada conhecido na face da Terra.


DETALHES

Muitas particularidades tornam o Starchild um objeto realmente extraordinário. Alguns traços são notáveis: as óbitas oculares muito grandes, as aberturas nasais muito pequena, o formato anômalo do crânio. Outras características, porém, somente aparecem em exames mais específicos: os ossos são muito mais fortes dos que os de um ser humano comum; são mais ricos em minerais e, a despeito de seu tamanho (e denominação), Starchild não era uma criança quando morreu, era adulto.


STARCHILD PROJECT

No site dedicado a publicar informações sobre o polêmico Starchild, no texto da homepage está escrito: o fóssil tem um a idade aproximada de 900 anos de idade, conclusão obtida através do método Carbono-14 em teste realizado na University of California em Riverside.

O projeto, que começou como uma iniciativa informal, existe desde 1999. Seus fundadores são Ray e Malanie Young, que tornaram-se proprietários do objeto. Eles contrataram o cientista Lloyd Anthony Pye (norte-americano, nascido em 1946) para chefiar a equipe de pesquisa. No site, encontram-se: o histórico da descoberta, inúmeros vídeos detalhando as pesquisas, fotografias, reconstruções gráficas da aparência da criatura etc..

FONTES
MAIA, Cristina. Teschio dello Starchild: è alieno.
NEW NOTIZE/ITÁLIA, publicado em 11/03/2012
[http://www.newnotizie.it/2012/03/teschio-dello-starchild-e-alieno/]
PIERAGOSTINI, Sabrina. LE ULTIME SULLO STARCHILD: "SCOPERTO UN GENE NON UMANO"
PRIMAPRESS/Itália, publicado em 09/03/2012
[http://www.primapress.it/index.phpoption=com_content&view=article&id=1294:le-ultime-sullo-starchild-qscoperto-un-gene-non-umanoq&catid=44:scienze-a-tecnologia&Itemid=174]
The Starchild Project.
[http://www.starchildproject.com/]
Acessado em 12/03/2012


domingo, 11 de março de 2012

A Magia dos Santuários Megalíticos



Templo subterrâneo Hypogeum de Hal Saflieni, situado na ilha Malta.


ARQUEOLOGIA-MUNDO. Arqueólogos, em diferentes partes do mundo, têm descoberto mistérios científicos espantosos em antigas e monumentais estruturas. Estruturas que exercem influência sobre sons ali produzidos de tal modo que as distorções atuam sobre seres vivos, produzindo efeitos sensoriais e mentais extraordinários.

Edificações monumentais, que foram criadas conforme uma arquitetura bastante específica, foram encontradas em lugares distantes entre si como Irlanda, Malta, sul daTurquia e Peru, por exemplo. Os pesquisadores acreditam que essas imensas câmaras foram projetadas para conduzir e alterar sons provocando efeitos sobre a percepção da realidade.

Um desses lugares é o Templo subterrâneo Hypogeum de Hal Saflieni, situado na ilha Malta. Ali, o conjunto de recintos moldados em pedra tem 6 mil anos de idade. É um projeto complexo que inclui corredores centrais e câmaras curvas. A voz, emitida neste lugar, soa com estranhos ecos reverberantes de modo que aquilo que é pronunciado em voz baixa em um certos pontos pode ser claramente ouvido em todos os três níveis da construção.

Os cientistas investigam os efeitos de certas freqüências de som emitidas no local. Além da propagação e extensão do alcance da voz, os pesquisadores acreditam que determinadas sonoridades produzidas naquele lugar podem alterar as funções cerebrais de seres humanos.

Uma pesquisa realizada em 1994 por uma equipe da Princeton Univerdity constatou esse tipo de efeito acústico em antigas câmaras edificadas em sítios arqueológicos megalíticos tais como: Newgrange, na Irlanda e Wayland Smithy, Inglaterra.

Recentemente, fenômeno semelhante vem sendo investigado em Stonehenge, o quê pode demonstrar que fenômenos análogos são produzidos mesmo em campo aberto. Os estudos sugerem que a propriedade acústica desses locais [é função], resulta de uma combinação específica entre as dimensões das estruturas, as configurações geométricas e a qualidade, o tipo/natureza da pedra.

FONTE: Ancient structures manipulate sound for sensory effects.
IN Press TV/IRAN, publicado em 07/03/201
[http://presstv.com/detail/230427.html]


Os Fantasmas do Tsunami Japonês



Yuko Sugimoto: em busca de seu filho Raito, em Ishinomaki. Foto: AFP

JAPÃO. Pouco mais de um ano depois que o tsunami no Japão (2011) ceifou a vida de moradores de bairros inteiros, rumores sobre atividade de fantasmas circulam nas cidades, que procuram superar a tragédia.

Na cidade de Ishinomaki, por exemplo um projeto de reconstrução não vai adiante por temor aos espíritos de pessoas que morreram em março passado (2011). Muitos acreditam, que os fantasmas não apaziguados são portadores de má sorte - ou, energias negativas.

Uma residente, Satoshi Abe, 64 anos, comenta, apontando para a obra de um supermercado paralisada: Ouvi dizer que pessoas que trabalhavam ali ficaram doentes por causa dos fantasmas. Pessoas morreram em toda parte. A cidade está cheia de histórias assim.

Ishinomaki é uma cidade onde predomina a atividade pesqueira. Apesar dos sinais de recuperação serem visíveis, como casas sendo reconstruídas, empresas reabrindo suas portas, crianças de volta às escolas, o cotidiano está longe de ser considerado normal.

Somente nesta pequena cidade do nordeste do Japão, 19 mil pessoas morreram subitamente. Outro morador, Shinichi Sazaki - acredita que a memória da tragédia de 11 de março de 2011 jamais será apagada e as lembranças persistentes criam [e alimentam] os fantasmas. Ele diz:

Aquele dia continua voltando à mente. Se você conhece alguém que morreu daquela morte tão repentina, você pode sentir que a pessoa ainda está lá. eu não acredito em fantasmas mas entendo porquê a cidade está cheia de rumores.

Um motorista de taxi revela que teme parar em certos locais da cidade que foram aniquilados pelas ondas. Ele acha que o cliente pode, eventualmente, ser um espírito. Alguns afirmam que ouviram histórias de pessoas/espectros que são vistas (os) correndo para as colinas, como aconteceu naquele dia, buscando abrigo para escapar das ondas, em uma interminável repetição de seus últimos momentos de vida.

Especialistas acadêmicos dizem que a creça generalizada nestes fantasmas é um fenômeno normal depois de uma tragédia de tais proporções e que isso faz parte do processo de "cura". Esta é a opinião, por exemplo, do antropólogo cultural Takeo Funabiki:

É natural que as histórias do sobrenatural proliferem após um evento como este. É muito difícil para os seres humanos aceitar a morte, ainda mais para aqueles que possuem uma mente superticiosa. A morte repentina, não esperada, anormal, qualquer coisa diferente da morte por velhice, é particularmente difícil paraa compreenção de muitas pessoas.

Para muitos dos que perderam entes queridos na tragédia, o recurso às tradições e rituais é proveitoso e mesmo necessário. Sacerdotes xintoístas têm sido requisitados para apaziguar as almas e facilitar a aceitação da morte e passagem para o "outro mundo". Nos lugares onde corpos foram encontrados, são realizados rituais de purificação.

No festival budista de Obon, que acontece no verão, oferendas foram deixadas em altares como presentes para para os espíritos que, segundo a crença, nessa ocasião, retornam ao mundo por alguns dias para rever pessoas e lugares aos quais são afeiçoados.

Terapeuta e membro da Academia de Conselheiros do Japão, Koji Ikeda explica: Os sobreviventes experimentam emoções complexas. Medo, ansiedade, tristeza e desejo de retorno das pessoas falecidas. Nem todos conseguem lidar com essa complexidade de sentimentos - o que pode levar às "projeções de espíritos". É uma forma de superação, de adaptação à nova realidade para que se possa, aos poucos, seguir em frente apesar da dor.

FONTE: Tsunami recedes but ghosts linger
SYDNEY MORNING HERALD/Austrália-AFP, publicado em 10/03/2012
[ http://www.smh.com.au/world/tsunami-recedes-but-ghosts-linger-20120309-1upqk.html#ixzz1olve6sXr]