segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O Mistério dos Pterossauros



Tombstone, Arizona – 1890

PAUPA NOVA GUINÉ – Neste país insular situado a sudoeste do Oceano Pacífico uma criatura alada aterroriza os nativos há milhares de anos. Chamam-no O Ropen, demônio voador. Outra criatura, menor, a Duah, parente do Roten também é um pesadelo para os habitantes das outras ilhas.

Durante muito tempo, pairou a dúvida sobre a existência destes seres; entre os civilizados que ouviam as histórias dos ilhéus, muitos consideravam os relatos como uma lenda, um elemmento mitológico da cultura local.

Recentemente, porém, relatos colhidos por uma equipe de exploração que empreende uma busca sobre a verdade destas criaturas, colocou os pesquisadores na pista de dois animais [como diziam os nativos] que parecem ser bem reais. As descrições falam de verdadeiros monstros, fabulosos pterossauros, ferozes sáurios voadores que, até então, acreditava-se, estão extintos há 65 milhões de anos.

Os pesquisadores Jim Blume e David Woetzel têm feito incursões a regiões perigososas, incluindo as ilhas circundantes à Papua, torrões de terra distantes entre si em meio ao vasto oceano, onde os fósseis vivos alados são mais temidos posto que ali costumam, com mais freqüência, capturar suas presas.

As evidências não se limitam aos relatos de testemunhas oculares. Foram encontrados os ninhos gigantescos das criaturas em regiões montanhosas íngremes, nos penhascos. David Woetzel obteve alguns registros em vídeo que esta editoria e a fonte da notícia não lograram localizar nainternet.

Os primeiros ocidentais a chamar a atenção para esses incríveis animais no ecossistemas das ilhas do Pacífico, especialmente na região da Papua, foram os missionários cristãos que chegaram àquele país depois da Segunda Guerra Mundial. Sobre essas fábulas reais, escreveu-se que tinham enormes asas semelhantes às asas dos morcegos [articuladas], dotados de dentes longos como navalhas afiadas, garras igualmente poderosas e uma longa cauda com extremidade em fornato de seta.

Tanto nativos como pesquisadores observaram que as criaturas brilhaam no escuro, o que as torna claramente visíveis à noite. Os cientistas supõem que essa luminescência auxilia o predador a caçar e pescar na escuridão.

Confirmando o conhecimento milenar dos nativos, também estes exploradores estão convencidos que são duas espécies de sáurios alados que assombram a área. Avistamentos recentes e umacarta náutica do seculo XVI [anos 1500] confirmam a diversidade. O documento de 1595 adverte os marinheiros sobre os monstros do mar e indica os locais da Terra conhecida poderiam ser encontrados.

A ilustração da carta náutica mostra, na Papua Nova Guiné, dois tipos de monstros: um maior que o outro porém ambos com características físicas idênticas. Pecoço longo, uma crista [protuberância] proeminente na cabeça, cauda terminando em forma triangular, sulcos nas costas. São retratados sobrevoando uma ilha.

Os Ropens da Papua têm asas com mais de 6 metros de envergadura; os pequenos Duahs, têm pouco mais de 1 metro de envergadura de asas. Os nativos distinguem bem os tipos e os pesquisadores indentificam-nos como remanescentes de dois sáurios: o Dimorphodon [que seriam os Ropens] e o Ramphorhynchus [os Duahs].

Mas a Papua Nova Guiné e suas ilhas periféricas não são o único lugar do mundo onde esses prodígios são encontrados [ou encontráveis]; Há relatos de avistamentos entre nativos africanos do Congo, Zâmbia, Angola, Quênia, Zaire. Lá, são chamados Kongomato. Sua aparência é um pouco diferente dos animais da Papua. Os fricanos são avermelhados e cauda bifurcada. Mas suas asas são igualmente enormes, as garras afiadas e os dentes proeminentes, ou seja, o perfil de um predador.



FONTE: AYM, Terrence. Found alive: Two dinosaur species in Papua New Guinea.
IN HELIUM – publicado em agosto, 2010
[http://www.helium.com/items/1919934-live-dinosaurs-found-in-papua-new-guinea]



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