quinta-feira, 7 de maio de 2009

Voodoo na França



Em 2008, na França, apareceu no mercado um boneco de voodoo! caracterizado para se parecer com Nicolas Sarcozy, presidente do país. O boneco vem com as indicações para espetar corretamente o infeliz com os alfinetes que a companham o kit. Vinte mil exemplares foram postos à venda. Sarcozy, tentou coibir a coisa e entrou com uma ação legal contra o fabricante do boneco. Em vão: a Corte de Justiça de Paris considerou os bonecos de Voodoo "manifestação do senso de humor francês" e indeferiu a ação como improcedente.




Nos Estados Unidos, uma empresa colocou à venda figurinhas de cerâmica representando Bernard Madoff, ex-diretor da NASDAQ [National Association of Securities Dealers Automated Quotations, Bolsa de Valores Eletrônica]. Madoff é acusado de ter arquitetado a maior pirâmide financeira que o mundo já viu; pirâmide que, ao desmoronar, causou enormes perdas para os maiores bancos do mundo. [Ou seja, para muitos, Madoff é culpado pela crise econômica mundial!]. O kit voodoo-Mardof vem com martelinho para que o consumidor possa arrebentar a cabeça ou o Madoff inteirinho ─ se assim o desejar.

O estoque de bonecos do financista, caracterizado como um diabinho, usando roupas vermelhas e portando um tridente, esgotou-se rapidamente. No Primeiro Mundo, esses bonecos de voodoo, por enquanto, são apenas apenas uma brincadeira inocente, "humor francês". Mas, o voodoo, bem humorado entre franceses e norte-americanos, não é encarado assim em todos os lugares. Em países africanos e também na Índia, por exemplo, bruxaria é uma acusação que, não raro, tem produzido julgamentos e tristes execuções em praça pública [leia abaixo].

É necessária muita cautela para que a Humanidade Civilizada não seja destruída, em breve, pela "cultura" [inútil e não raro malévola] desses migrantes. Ao fugir da miséria e da violência em seus países, [geralmente africanos, islâmicos ou ambos] essas vítimas, coitadinhas, freqüentemente levam consigo a mesma ignorância que fez daqueles países o inferno que os expulsou.

Há quase uma década, tem se tornado mais freqüente nos noticiários europeus as manchetes que falam das barbáries cometidas por esses refugiados. São africanos "importadores" [traficantes, mesmo] de crianças que serão usadas em rituais de magia negra; mulheres muçulmanas aviltadas em seus direitos pelos maridos, que importam novas esposas e geram mais despesas para os cofres públicos europeus; mulheres européias que são atacadas por gangues [de muçulmanos, de novo!]. E depois, Brigite Bardot é que tem de pagar multa! Meditemos...


Um comentário:

enyta disse...

Não sei, mas talvez esse enraizamento das culturas esdrúxulas "tradicionais" não fosse tããão forte antes da dominação desses povos pelos europeus. Fico imaginando as pessoas desses países se vendo invadidas, sequestradas, violadas em seus direitos mais básicos, com opressão de sua cultura pelo "civilizado", que talvez tenham se apegado de maneira mais ferrenha (e exagerado, até para causar medo no colonizador-explorador) e aí virou uma zona generalizada.
Talvez...
Na minha opinião (que ninguém perguntou) não são os únicos culpados.

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